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quinta-feira, junho 04, 2015

Odeio Trabalhar aos Sábados


Uma folga.
Um dia de sol.
Uns calções de banho.
Um barco.
Boa companhia.
O MAR.
A Arrábida.
A água transparente.
As praias.
Os golfinhos do Sado.
























sábado, novembro 22, 2014

Dia 16 - Terceiro dia de Paraíso, Goa

Terceiro dia em Palolem e a rotina começa a instalar-se. O pequeno-amoço sobre a praia e a Rebeca a tentar obrigar-me a ir à loja dela pela 83ª vez. Se tivesse sido mais simpática talvez tivesse ido comprar qualquer coisa, mas mesmo pela manhã a Rebeca tinha um humor tramado. Fica para a próxima. Fiquei um pouco apoquentado porque senti que a raiva no seu olhar cada vez que eu lhe repondia "Later, later" era capaz de derrubar a cabana feita de madeira e palha, sem ser preciso soprar como o outro. 



Hoje decidimos passear de barco para ver os golfinhos. Eram vários e estão todos os dias ali na baía, um pouco exibidos. Não que precisássemos do barco, vemo-los mesmo sentadinhos na praia, mas o passeio também incluía uma passagem pela Honeymoon Island e pela  Butterfly Island. Desembarcámos na Butterfly Island e passámos lá um bocadinho.








Final de tarde, mais um passeio com a maré vazia que deixa a praia ampla e cheia de caranguejos em alvoroço. Os pescadores chegam do dia de trabalho e pedem ajuda para empurrar os barcos para cima. Um dos pescadores tinha uma t-shirt do Messi e outro uma do Cristiano Ronaldo, provavelmente a única forma de vermos essas duas camisolas a colaborar para o mesmo objectivo. As vacas em Palolem também fazem praia, tiram selfies e dão umas marradinhas de aborrecimento por não conseguir uma boa fotografia à primeira. Na falta de macacos nesta praia, resolvi fazer as minhas próprias macacadas. Depois de uma aula de yoga que me fez lembrar que já não tenho idade para certas coisas, um pino para me lesionar o punho direito, mazela que trago até hoje, passados 10 dias. Mas já está melhor, mãe. Cor do dia: lagosta.

















domingo, setembro 07, 2008

Pedro e os meios de transporte

Ahhh e já agora mais detalhes da minha "aventura" que ao contrário do que muitos vaticinam, tenciono que dure mais de 3 meses:

Maldita a hora em que decidi meter-me no barco para vir para terras continentais, isto de querer poupar dinheiro é um cocó que apenas proporcionou um valente enjoo de barcos, mar e afins. Quer dizer, a parte de dormir no chão não era inédita para mim, mas tendo um chão instável por baixo de nós devido à ondulação durante 23 horas... hum... essa parte já foi um pouco sofrida. E quando é que o menino Pedro volta a meter-se num barco que não o Lobo Marinho, perguntam vocês? No dia em que me embebedarem ou drogarem de modo a que eu acorde já em terra firme. Que pergunta pouco inteligente essa.

Depois nada como um belo dum autocarro de Portimão até Lisboa com um belo dum senhor idoso a falar tão alto que quase jurava que ele nunca se deve ter ouvido, criticando durante meia hora o facto dos autocarros não terem lugares marcados. Isto num autocarro que nem ia cheio. Após uma hora de lamúrias acerca do hotel onde tinha ficado hospedado, o senhor resolveu brindar-nos com o doce silêncio que as planícies alentejanas (e as restantes pessoas no autocarro) já mereciam.

Para preencher a bela da panóplia de meios de transporte, nada como andar no metropolitano com as bolsas todas, esperando que hoje não fosse o dia em que os ladrões resolvessem assaltar-me, até porque não dava jeito começar aqui a vida sem roupa, computador e documentos. Tranquilo. Para terminar, o elevador da Bica que me ajudou a descansar o ombro deslocado (o que uma pessoa faz para poupar no táxi), conduzido por um simpático senhor brasileiro "que mi deu carona" sem pedir dinheiro em troca. Obrigado senhor brasileiro, quando tiver trabalho pago-lhe a viagem!

Já matei algumas saudades, que até nem eram muitas, eram umas 4 ou 5 e vinham aos pares. Matei umas aos pontapés e outras com uma faca de cozinha. Alguém tinha de fazer o trabalho sujo.

Por algum motivo, continuo a sentir o chão a abanar debaixo de mim. Será possível continuar com os efeitos do "Armas" na minha cabeça?

Fico-me por aqui, pois já percebi que o meu mal é definitivamente SONO! E a falta de um colchão debaixo deste corpito que muito limpou o chão do navio de luxo.