Ahhh e já agora mais detalhes da minha "aventura" que ao contrário do que muitos vaticinam, tenciono que dure mais de 3 meses:
Maldita a hora em que decidi meter-me no barco para vir para terras continentais, isto de querer poupar dinheiro é um cocó que apenas proporcionou um valente enjoo de barcos, mar e afins. Quer dizer, a parte de dormir no chão não era inédita para mim, mas tendo um chão instável por baixo de nós devido à ondulação durante 23 horas... hum... essa parte já foi um pouco sofrida. E quando é que o menino Pedro volta a meter-se num barco que não o Lobo Marinho, perguntam vocês? No dia em que me embebedarem ou drogarem de modo a que eu acorde já em terra firme. Que pergunta pouco inteligente essa.
Depois nada como um belo dum autocarro de Portimão até Lisboa com um belo dum senhor idoso a falar tão alto que quase jurava que ele nunca se deve ter ouvido, criticando durante meia hora o facto dos autocarros não terem lugares marcados. Isto num autocarro que nem ia cheio. Após uma hora de lamúrias acerca do hotel onde tinha ficado hospedado, o senhor resolveu brindar-nos com o doce silêncio que as planícies alentejanas (e as restantes pessoas no autocarro) já mereciam.
Para preencher a bela da panóplia de meios de transporte, nada como andar no metropolitano com as bolsas todas, esperando que hoje não fosse o dia em que os ladrões resolvessem assaltar-me, até porque não dava jeito começar aqui a vida sem roupa, computador e documentos. Tranquilo. Para terminar, o elevador da Bica que me ajudou a descansar o ombro deslocado (o que uma pessoa faz para poupar no táxi), conduzido por um simpático senhor brasileiro "que mi deu carona" sem pedir dinheiro em troca. Obrigado senhor brasileiro, quando tiver trabalho pago-lhe a viagem!
Já matei algumas saudades, que até nem eram muitas, eram umas 4 ou 5 e vinham aos pares. Matei umas aos pontapés e outras com uma faca de cozinha. Alguém tinha de fazer o trabalho sujo.
Por algum motivo, continuo a sentir o chão a abanar debaixo de mim. Será possível continuar com os efeitos do "Armas" na minha cabeça?
Fico-me por aqui, pois já percebi que o meu mal é definitivamente SONO! E a falta de um colchão debaixo deste corpito que muito limpou o chão do navio de luxo.
Maldita a hora em que decidi meter-me no barco para vir para terras continentais, isto de querer poupar dinheiro é um cocó que apenas proporcionou um valente enjoo de barcos, mar e afins. Quer dizer, a parte de dormir no chão não era inédita para mim, mas tendo um chão instável por baixo de nós devido à ondulação durante 23 horas... hum... essa parte já foi um pouco sofrida. E quando é que o menino Pedro volta a meter-se num barco que não o Lobo Marinho, perguntam vocês? No dia em que me embebedarem ou drogarem de modo a que eu acorde já em terra firme. Que pergunta pouco inteligente essa.
Depois nada como um belo dum autocarro de Portimão até Lisboa com um belo dum senhor idoso a falar tão alto que quase jurava que ele nunca se deve ter ouvido, criticando durante meia hora o facto dos autocarros não terem lugares marcados. Isto num autocarro que nem ia cheio. Após uma hora de lamúrias acerca do hotel onde tinha ficado hospedado, o senhor resolveu brindar-nos com o doce silêncio que as planícies alentejanas (e as restantes pessoas no autocarro) já mereciam.
Para preencher a bela da panóplia de meios de transporte, nada como andar no metropolitano com as bolsas todas, esperando que hoje não fosse o dia em que os ladrões resolvessem assaltar-me, até porque não dava jeito começar aqui a vida sem roupa, computador e documentos. Tranquilo. Para terminar, o elevador da Bica que me ajudou a descansar o ombro deslocado (o que uma pessoa faz para poupar no táxi), conduzido por um simpático senhor brasileiro "que mi deu carona" sem pedir dinheiro em troca. Obrigado senhor brasileiro, quando tiver trabalho pago-lhe a viagem!
Já matei algumas saudades, que até nem eram muitas, eram umas 4 ou 5 e vinham aos pares. Matei umas aos pontapés e outras com uma faca de cozinha. Alguém tinha de fazer o trabalho sujo.
Por algum motivo, continuo a sentir o chão a abanar debaixo de mim. Será possível continuar com os efeitos do "Armas" na minha cabeça?
Fico-me por aqui, pois já percebi que o meu mal é definitivamente SONO! E a falta de um colchão debaixo deste corpito que muito limpou o chão do navio de luxo.