Um mês, só mais um mês para as melhores férias de todo o sempre.
Hoje temos vacas roxas da Suíça, Pirâmides perfeitas do Sr. Ambrósio e animais marinhos da Bélgica. Temos também Ovos cheios de surpresas, chocolates para depois das 20h e até discussões a propósito do último Mon Cheri. Amanhã temos diabetes.
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terça-feira, julho 08, 2014
"I hope you had the time of your life"
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Porto Santo, Portugal
quinta-feira, junho 26, 2014
Postcards From Italy
Já visitei 12 países, acabei de fazer a conta agora mesmo. Apenas uma vez saí do continente europeu, quando fui ao Brasil no ano passado, os restantes 11 são todos no velho continente. Alguns conheci praticamente de passagem, outros um pouco melhor. Mas de todos os que vi, e mesmo comparando com a vontade que tenho em conhecer outros que ainda não fui, nenhum se compara com Itália. Tenho um fascínio imenso por esse país e tenho dificuldade em escolher o que mais aprecio: a história, a comida, as paisagens, as praias, o calor, as cores.
Hoje faz exactamente 3 anos que estava em Roma. Tinha decidido que nesse ano passaria o meu aniversário de forma diferente, por esse motivo comprei uma viagem com a devida antecedência e parti sozinho. Por muito deprimente que possa soar a ideia de viajar sozinho por alturas do meu aniversário, hoje posso afirmar com toda a certeza do mundo que foi a melhor decisão que tomei. Viajar sozinho tem algumas vantagens, principalmente no verão, quando as pessoas estão todas bem dispostas e disponíveis. Foram 6 dias naquela magnífica cidade, cheios de peripécias, amigos novos e gelados de nutella.
Apesar de me ter munido de um guia de Roma, pretendia andar ao sabor do vento, sem grandes planos, sem decisões tomadas com antecedência. Por esse motivo meti-me no avião sem ter sítio reservado para dormir e ainda com o avião parado em Lisboa conheci o staff de um avião de outra companhia que viajava ao meu lado e que após alguns minutos de conversa se ofereceram para mostrar-me a cidade no primeiro dia e convidaram-me para ficar com eles no hotel. Ganhei uma visita guiada, um almoço oferecido (presente de aniversário antecipado, disseram eles), um sítio para dormir e 6 novos amigos, todos do Canadá. No dia seguinte tratei de arranjar um hostel e encontrei um onde trabalhava uma rapariga californiana que me convidou a ir assistir ao pôr-do-sol no topo do edifício. Não num cenário romântico, mas num alegre convívio com os demais turistas que por lá andavam. No dia em que decidi fazê-lo conheci o Casper e o Mads, dinamarqueses que chegaram a Roma à boleia que ao ver-me chegar ao terraço me perguntaram se eu queria beber vinho com eles, como se fôssemos amigos desde sempre. Ficámos horas e horas à conversa, à qual se juntaram dois colombianos que também por lá andavam. Fiquei amigo dos quatro.
No dia seguinte conheci o Joacin no Fórum Romano, também dinamarquês e com histórias igualmente incríveis para contar e que por também estar sozinho na cidade, acompanhou-me nessa tarde enquanto fazia tempo para apanhar um vôo para a Sicília.
O Alberto foi o primeiro italiano que conheci em Roma, também na qualidade de turista já que nasceu em Bari mas estudava em Paris. Tinha ido visitar o Gianni, seu amigo de longa data. E eu que não tinha qualquer plano para o meu aniversário vi o meu destino traçado por eles que decidiram que eu não podia deixar de ir a uma festa ao ar livre que mais parecia um festival de verão para festejar a minha noite de aniversário. Não satisfeitos, "obrigaram-me" a ir para a praia no dia seguinte e eu aborrecidíssimo da vida, celebrei o meu dia numa praia a jogar voleibol e a mergulhar nas águas quentes do Mediterrâneo até ao pôr-do-sol.
Passados 3 anos, mantenho contacto com alguns dos amigos que fiz por lá. O Christopher já veio a Lisboa e levei-o a conhecer uma parte da cidade e jantámos e bebemos um copo pelo Bairro Alto. O Ryan está sempre a insistir para visitá-lo no Canadá. O Joacin vive em Beirute. O Casper saiu da Dinamarca e é artista em Paris onde tem uma exposição em Montmartre que já me desafiou a visitar. O Gianni já veio passar férias a Portugal e telefonou-me para nos encontrarmos no único dia em que passou por Lisboa. E o Alberto, estive com ele em Paris quando lá fui há um ano e meio e juntos fomos a Notre Dame e a uma exposição do Hopper no Grand Palais.
Foram 6 dias maravilhosamente imprevisíveis, cheio de tudo. Voltei para Lisboa com o coração a transbordar de felicidade por me ter apaixonado por cada recanto de Roma e com muitas histórias vividas que já ninguém me tira.
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Rome, Italy
domingo, junho 22, 2014
A Melhor Razão do Mundo Para se Adorar o Verão
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Porto Santo, Portugal
segunda-feira, fevereiro 17, 2014
Pes & Sofs no Paraíso
Aqui fica a minha estreia no universo da GoPro, tenho o computador cheio (mesmo, mesmo cheio) de vídeos soltos e ainda não os tinha tentado trabalhar. Esta foi a minha primeira experiência e apesar de eu saber que podia estar muuuuuito melhor editado, junta três das minhas coisas preferidas no mundo - a Sofia Isabel, o Porto Santo e o Verão - e por isso estou felicíssimo com o resultado.
I LOVE IT!
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Sé, 1100, Portugal
terça-feira, junho 25, 2013
Andorinhas na Sé
Hoje não sei se foi um bom dia ou não. Uma estranha embriaguez tomou conta de mim. Sinto o calor de um verão indeciso que me atravessa a alma. No entanto, por muito poético que possa parecer o apelo da alma, hoje não é um dia de profundas reflexões, como disse, sinto-me embriagado. Atravessei a cidade à hora de ponta numa carruagem de metro estranhamente vazia com uma revista na mão e dei por mim a ler parágrafos vãos, e agora, nem me consigo lembrar sobre o que falavam. Não devia ser nada de interessante certamente. Perdi o meu fio de pensamento ao sair na estação do Rossio, voou pelos céus da Praça da Figueira.
Meti à chave à porta em casa e respirei fundo. Tinha chegado a casa. E a casa, inundada de flores e música francesa, transportou-me para o mundo que eu ansiei todo o dia. Não sabia que era isso que eu desejava, mas ao respirar o ar da Sé percebi de imediato. Debrucei-me na janela e chamei o Tiago para correr até mim. Tinha de partilhar com ele as andorinhas nas traseiras da Sé. Eram dezenas e eu nunca me tinha apercebido da trajectória que descreviam nos céus.E que felizes são elas a morar neste recanto de Lisboa. E por minutos, fiquei a olhar para elas, neste final de tarde inesperadamente nostálgico, como se toda a minha vida tivesse parado para admirar as andorinhas. Mas não. E o vôo das andorinhas, misturado com a história dos azulejos circundantes, as torres da Sé Catedral e a música francesa a ecoar na sala de estar, tornaram o meu final de tarde leve, sereno e apaziguador.
Hoje, durmo com as andorinhas.
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Indian Summer
Entre muitas coisas que gostaria de pedir, se pudesse, neste exacto momento, escolher apenas uma, seria um Verão no meio deste Inverno cinzento, frio e chuvoso. Já não me lembro de como é bom ficar jogado ao sol, não precisa ser na praia, pode ser num café qualquer ou mesmo num banco de jardim, a apanhar aquele calorzinho e aquela luz que deixa todas as coisas com cores mais bonitas. Isto para não falar na alteração no humor das pessoas, os pensamentos mais positivos, as pessoas a rir mais, as roupas mais leves, os dias maiores e aqueles finais de tarde tardios com belos pores-do-sol...
Vá, tenho mas é de parar de sonhar e aceitar que pelo menos 5 meses do ano estão destinados aos pinguins. Teria bom remédio, podia emigrar para algum país africano como as aves (não os pinguins), mas provavelmente apanharia um cancro de pele antes dos 30 e isso seria uma chatice já que estou a contar que me apareça apenas quando estiver a entrar nos 40's. Entretanto tenho de me entreter com o frio, arranjar uma forma de aquecer os pés e ir combatendo, dia sim, dia não, o bolor que se espalha pelas paredes tão depressa como o Usain Bolt percorre os 100 metros.
Detesto estes dias infindáveis em que preciso derreter a manteiga no microondas para conseguir barrá-la no pão. Isto ao som de alguma música melancólica que apele à depressão, que vem sempre a calhar nestes momentos de obscuridade. Quando é que chegam os dias em que eu a esta hora, 16h39, em vez de eu estar a ir ligar as luzes de casa para poder ver alguma coisa, estou a sair de casa para ir para a praia?
sexta-feira, maio 29, 2009
Lisboa, 29 de Maio de 2009
São 3h32 da madrugada.
Está um calor daqueles que não se pode estar dentro de casa.
O calor de um último andar, adensado pela altura do ano e pela respiração quente dentro de uma sala fechada.
Um banho de água fria.
A subtracção de roupas.
Sumo com gelo.
E mesmo assim o corpo reclama.
Quero praia, praia, praia. Mar, mar, mar.
Não estou preparado para um Verão na grande cidade.
Está um calor daqueles que não se pode estar dentro de casa.
O calor de um último andar, adensado pela altura do ano e pela respiração quente dentro de uma sala fechada.
Um banho de água fria.
A subtracção de roupas.
Sumo com gelo.
E mesmo assim o corpo reclama.
Quero praia, praia, praia. Mar, mar, mar.
Não estou preparado para um Verão na grande cidade.
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Conversas Numa Noite de Verão

"Nessa inebriante noite de verão onde te encontrei embriagado, e sei que não apenas pelo álcool, sorvi tudo o que me disseste com uma atenção e avidez que não costumo oferecer a pessoas que não conheço bem. Ouvi-te, descobri-te, descobriste-me. Senti-me invadido pelas tuas certezas acerca de mim, ousadas, certeiras. Como se me tivesses conhecido desde sempre, esbanjaste palavras pouco vãs, fazendo-me sentir demasiado previsível. Mais do que eu julgava ser. Mas além disso, sinto-te atento, observador e muito sábio, não inventaste o que disseste, leste em mim o que passa despercebido a muitas pessoas. Talvez por isso te tenha revelado os meus sonhos de "histórias de encantar" onde tudo se desenrola em cenários idílicos e termina, fatidicamente, muito bem. Opuseste-te a isso, talvez tenhas detectado em mim algumas reticências em relação ao que eu dizia, como se eu o dissesse apenas para tentar me convencer disso. Mas não, era mesmo a minha faceta mais frágil, pura e sincera a falar com alguém que nem conhecia assim tão bem. Gosto de acreditar que, como me dizias uns tempos depois, há sempre um raio de luz, uma esperançazinha escondida.
Quero-te bem, tanto ou mais me desejas bem.
Aguardo novas conversas entre copos, danças e risos sinceros. Faz-me bem a tua magia, sabes?"
Quero-te bem, tanto ou mais me desejas bem.
Aguardo novas conversas entre copos, danças e risos sinceros. Faz-me bem a tua magia, sabes?"
sexta-feira, dezembro 19, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
Há um ano...
estava na Croácia, um dos países onde irei viver um dia! Junto ao Adriático, naquelas águas quentes, transparentes e com toda aquela comida mediterrânica, rodeado por oliveiras e cascatas. E ali mesmo ao pé da Eslovénia e da Itália.
Parece-me tão bem!
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sábado, agosto 02, 2008
Há um ano era assim...
Andávamos nós por essa Europa fora feitos malucos, neste preciso momento a dar um mergulho no Mediterrâneo, ali na Côte D'Azur... St. Tropez, Fréju...
E este ano estou sentadinho à frente do computador no Funchal quando devia estar a arrumar a mala para partir para o Porto Santo onde vou trabalhar para ganhar umas massas. Vida boa não é para sempre.
Agora é começar a poupar para fazer, entre outras viagens, uma de bicicleta e mochila às costas por esse mundo fora.
É bom planear estas coisas, encaminha-nos para um objectivo, ai ai...
quarta-feira, abril 30, 2008
Eslovénia, 2007
Já se passaram alguns meses, mas volta e meia batem as saudades do verão passado e de toda a minha aventura passada por essa Europa fora... Foram dias tão quentes, tão animados, tão deliciosos, tão cheios de tudo, que dou por mim a suspirar pelos cantos por não saber quando voltarei a ter oportunidade de repetir uma road-trip do género. Suspiro pelas cidades transbordantes de história, pela arte em cada esquina, pela imensidão de pessoas diferentes, pelos idiomas deliciosos, ai, aiiiiiiiii !!!!
Decidi lembrar a ida à Eslovénia, mas precisamente a Ljubljana, a capital do país. As minhas expectativas prendiam-se essencialmente com CONSEGUIR ARRANJAR OS EUROS DA ESLOVÉNIA já que nunca os tinha visto à frente e a minha colecção desse país estava a zeros. Alcancei tal desiderato na primeira bomba de gasolina que me apareceu à frente, ficando apenas a faltar 2 das 7 moedas. Agora sim, podia começar a desfrutar deste pequeno, mas muitooooo interessante país, ahahahah !
De facto, era um dos países que menos expectativas tinha criado mas acabou por ser um dos que mais me surpreendeu! Apenas tivemos um dia para conhecer a cidade, portanto tentámos conhecer ao máximo os pontos mais importantes da cidade.
Apesar de ser a cidade principal da Eslovénia, Ljubljana é simples, pacata e detentora de uma boa energia contagiante! Tem como símbolo o DRAGÃO (o que me pareceu muito bem) o qual se pode encontrar em diversos lugares e no topo de uma colina vislumbramos o castelo, que apesar de não ser tão bonito como outros por onde passámos, era fabuloso, nem que fosse pela vista imponente sobre a cidade. Os sinais de trânsito e as publicidades espalhadas por todo o lado são sem sombra de dúvida sugestivos, estavamos sempre a deparar-nos com sinais de "Cona" e "Fim de Cona", simbolizados por uma menina de lacinho na cabeça de mão dada com um senhor adulto. Mas não, não se tratava de permissão para actos pedófilos com meninas indefesas, fomos perguntar ao senhor do Hostel que nos respondeu qualquer coisa do género: "Oh, I know what that means in your country, everybody ask me about it... but it means "area"". Sempre a aprender. Depois havia uma agência de viagens denominada "Bobo-Tours" e uns outdoors da Unicef e da Playboy lado a lado nas ruas... Enfim, ninguém me tira da cabeça que os eslovenos estão envoltos num clima de sexualidade subliminar.
A arquitectura naquela cidade, linda, linda, linda ! Arte Nova em todo o lado... Pontes, fontes, casas sugestivas...
Ai, aiii... Em Ljubljana respira-se MUITO BEM !
RECOMENDA-SE !















domingo, janeiro 13, 2008
Ah poizé
Ups, acho que me esqueci do resto das fotografias da minha viagem do Verão. Olha, paciência.
terça-feira, novembro 20, 2007
Forever
Era mais um Verão que terminava apesar de saber que se prolongava além das fronteiras dos calendários. Determinara que assim seria e que os bronzeados e os caracóis manter-se-iam até quando eu quisesse. Sentia ainda as ondas que foram furadas ao passar do navio, as correrias e o rebuliço no areal com a intensidade de uma criança de 7 anos eufórica na hora do recreio. Pintaram-se bocas de rosa e verde com gelados que se sorviam calmamente para que durassem mais uns momentos. E compravam-se outros porque um sabia sempre a pouco. Intrépidos e audaciosos, saltávamos sem medo disparando a frequência cardíaca para níveis que se queriam nos píncaros. Vibrámos como quem sabe viver a vida e saboreámos cada bocadinho. Olhámos estrelas e dormimos ao luar no aconchego de amizades consolidadas que remexiam com prazer nos cabelos excepcionalmente contorcidos. Muito se pedalou sem destino só pelo simples prazer de uma liberdade agarrada convictamente com ambas as mãos para que nada escapasse. Até lemos avidamente descobrindo novas luzes além do lusco-fusco das estradas à noite. Fizeram-se amizades, viveram-se momentos únicos, demos gargalhadas até ao amanhecer enquanto jogávamos às cartas, conversávamos ou simplesmente olhávamos para o horizonte. Crescemos até o tamanho de gigantes com asas e voámos sem medo das alturas.
"Send me letters from above
Send me strength, send me love
Such sweet love"
Mas mesmo vivendo um verão de 12 meses, o Outono chegava fisicamente, e os caracóis dourados pelo sol precisavam ser cortados.
Terminava um Verão inebriante para começar um Outono não menos radioso.
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