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segunda-feira, agosto 04, 2014

Quem tem um iPhone, não tem vida própria


Caros amigos e conhecidos, apesar de ver esta pergunta inúmeras vezes no meu mural de facebook, nunca prestei atenção às repostas, portanto aqui vai:

ONDE POSSO ARRANJAR O VIDRO PARTIDO DO IPHONE?

Quer dizer, eu ainda não o parti, estou apenas a adiantar trabalho porque sei que não posso ter coisas caras ou passíveis de quebrar nas mãos. Assim de repente, lembro-me da mota, do ipod, de óculos de sol.

Aproveito ainda para informar que agora eu sou (temporariamente) uma pessoa que vai poder utilizar aquelas coisas maravilhosas que toda a gente tem hoje em dia e sem as quais não conseguem mais viver, Whatsapp, Viber, Shazam e por aí fora. 
Sinto que a partir de agora vou olhar menos para o mundo ao meu redor e mais para o ecrã de um telemóvel, portanto, tornar-me-ei um escravo do mundo tecnológico. 
Quero agradecer ao universo por me ter tirado do amaldiçoado vício dos Angry Birds e do Candy Crush há uns tempos.
Agora além de um telemóvel novo, andarei sempre com o carregador no bolso porque isto tem mais fome do que o Fernando Mendes duas horas após uma refeição.
Prevê-se um aumento considerável de selfies nojentas na minha vida e na vida de quem me tiver no facebook. 
Apercebi-me que tenho 9236 e-mails para ler portanto vemo-nos no Natal de 2017.


terça-feira, junho 11, 2013

Arroz Agulha Pingo Doce - Saving Mobile Phones Since 11/06/2013


Depois de tanto choramingar que tenho andado numa maré de azar, tive um dia particularmente bem disposto. As coisas correram bem no trabalho, libertei endorfinas pelo meu corpinho todo sem danificar material do ginásio (ontem parti um trampolim na aula de Power-Jump) e comi um bolo brigadeiro que, como sempre, eleva o astral. Cheguei a casa cheio de energia para variar e fui a correr à taça cheia de arroz onde deixei o telemóvel durante 3 dias, depois de iguais tentativas de secagem com um secador de cabelo, com uma fé inabalável de que o telemóvel ligaria à primeira tentativa do dia. E ligou! Telefonei logo para pessoas para celebrarem comigo. Depois lembrei que era noite de euromilhões e canalizei toda a energia para o sorteio. Não me tornei excêntrico, mas a minha chave deu prémio, dois números e uma estrela. Depois fui até à cozinha, olhei para a montanha de loiça por lavar, fechei os olhos e desejei com toda a toda a força do mundo que ela aparecesse lavada... e nada. Mas valeu o esforço.

sábado, junho 08, 2013

A Minha Vida Precisa de um Exorcismo

Das duas uma: ou ando a pagar por alguma coisa extremamente má que fiz no passado, ou o karma está a antecipar algo maléfico que irei fazer no futuro. 
Eu não sou propriamente uma pessoa que ligue muito às coisas materiais, sou até excessivamente despreocupado com algumas coisas que devia prestar maior atenção. Não tenho planos de ter o melhor carro do mundo, de viver num castelo cheio de empregados ao meu dispor, ou em última instância, de ser o mais rico do cemitério. Mas vamos lá a ver uma coisinha... está certo que algumas dessas coisas materiais dão algum jeitinho de vez em quando no que toca a atingir a felicidade, seja lá o que isso for. Ultimamente ando a ser testado pelo universo a ver se me aborreço com a minha falta de sorte. Vamos começar a lista:


  • O meu computador agora resolve desligar de vez em quando, assim do nada, como quem diz "Trata de fazer um backup das tuas coisinhas senão mando-tas todas para um buraco negro e nunca mais poderás rever as fotografias do PXO 2008". Ele ferve em pouca água, ou então tem mesmo uma ventoinha estragada, porque atinge temperaturas que dão para fritar um ovo. Tenho portanto uma bomba prestes a explodir em mãos - a ver se me deixa escrever tudo o que quero antes de resolver desfalacer novamente. Ah, e tem uma capacidade de armazenamento medíocre, que só me apetece dar-lhe um chapadão.

  • A minha máquina fotográfica faleceu há quase um ano. Eu, que preciso de memórias fotográficas para poder lembrar-me da minha vida passada, ando limitado à câmara fotográfica do telemóvel, cuja qualidade é sempre duvidosa. Mas já que falamos de telemóvel...

  • ... eu costumava ter um telemóvel Samsung da TMN onde guardava fotografias da minha vida e mensagens que não conseguia apagar de tão bonitas que eram, mas em Janeiro resolveu pirar da cabeça, e à falta de financiamento para telemóveis novos, foi substituído por um daqueles baratinhos que podem cair ao chão 4926 vezes e nunca se partem, cortesia do meu querido pai que havia trocado para um telemóvel melhor. Porém, agora não tiro fotografias nem recebo, e passo a vida a apagar mensagens porque a memória enche num piscar de olhos. 

  • Já o meu telemóvel 91, também um Samsung, este sim, que responde mais às minhas necessidades básicas (fotografias e facebook) ainda nem tem um ano de vida mas hoje apanhou um bocadinho de água da chuva e gripou com tudo o que estava lá dentro. Todo o mundo, repito, TODO O MUNDO tem um telemóvel ou tem alguém na família que já teve problemas aquáticos com os seus telemóveis que sobreviveram após uma sessão com o secador do cabelo. Eu já tive 3 sessões e continua falecido. Vou fingir que não me preocupa o facto de ter lá as fotografias da minha vida dos últimos 9 meses, montes de mensagens mega giras e a agenda do ginásio com todas as marcações da próxima semana, nem o facto de eu ter de gastar mais dinheiro em breve para poder continuar a utilizar essa rede, que é de facto a minha preferida, já que a "outra" tem de dado uns problemitas já referido por aqui...  Mas também os carregadores já se haviam estragado mesmo.

  • O meu iPod deu o berro. E com ele os auriculares. Uso agora uma coisa toda rebentada que dá para guardar umas 100 músicas com um ecrã que nem dá para ler e com uma bateria que me permite ouvir 10 músicas seguidas.

  • A mota já tinha mazelas suficientes do lado direito depois de 3 quedas memoráveis que resultaram num retrovisor, num farol e noutras peças laterais partidas e em montanhas de arranhadelas na pintura, mas o lado esquerdo não quis ficar atrás e alguém na minha rua fez o favor de abalroar a motoreta e escavacar o ex-lado fotogénico, o esquerdo. Ando portanto na rua com uma mota que parece ter estado a combater na guerra do Vietname.

  • Até a máquina de lavar roupa deixou de centrifugar e de escoar a água. Só mesmo para pôr a cereja no topo do bolo.



Não sou de facto uma pessoa apegada aos bens materiais, mas PORRA, bem que as coisas me podiam correr um pouco melhor. Vou ter de contratar a irmã Zuleide porque estas coisas todas em tão pouco tempo só pode ser macumba.
Mas vá, eu já percebi a lição - as coisas que importam não são as materiais. Mas eu gostava de as ter. Pelo menos estas, não sou exigente. Podia estar a pedir um pónei mas só estou a pedir um exorcismozinho.


quinta-feira, maio 30, 2013

"O Insatisfeito Cliente 57" - A RESPOSTA

"Caro Pedro Andrade, 
 
No seguimento do seu contacto, que mereceu a nossa melhor atenção, apresentamos o nosso mais sincero pedido de desculpas pelos inconvenientes que terão resultado das situações que nos descreveu, relativas aos contactos que manteve com os nossos serviços em loja.

A sua disponibilidade para nos reportar o sucedido, permitir-nos-á planear a nossa atuação futura tendo por principal objetivo a total satisfação dos nossos clientes, para a qual a opinião e sugestões expressas na sua comunicação constituem um importante e imprescindível contributo. 

Para qualquer esclarecimento adicional visite-nos na área de cliente em ptcliente.pt e em tmn.pt. 
 Ficamos, como sempre, à sua disposição. 

 Graciela Carvalhal 
Serviço ao Cliente"




E eu que estava a contar com um telemóvel topo de gama em forma de desculpa e foi-me calhar esta resposta formatada que eles fazem copy/paste para me calar. Talvez por isso me tenham cobrado uma taxa de 35 cêntimos quando finalmente consegui carregar o telemóvel. Tipo, ou te calas ou continuamos a taxar-te por nos teres enviado duas páginas de história da Carochinha. 
Já agora, ainda impossibilitado de utilizar o multibanco, aproveitei a ida à Loja do Cidadão onde precisei dirigir-me ao balcão das finanças para tirar também uma senha para carregar o telemóvel com dinheiro. Curiosamente, tirei o 63 e o atendimento ia no 60, ou seja, a mesma diferença de ontem. Também curioso era o número de funcionários: quatro. E ainda mais curioso, foi ter demorado 40 minutos, confirmados pela hora da senha, a chegar ao meu número. Quase, quase, quase me senti culpado por ter acusado os tristes do Chiado pela falta de celeridade, deve ser algo que aprendem (ou talvez seja mesmo defeito de fabrico) na formação. Ao menos estava a dar o Big Brother em direto no canal do MEO. E foi esse o auge da minha visita à Loja do Cidadão, ver o Francisco Macau a enfardar marsmallows, o Kapinha deitado no chão a brincar com o cão e a Carla Baía com cara de enjoada, o que é compreensível com tanta pasmaceira. Felizmente já não existe a tanga tigrese do Zézé senão teria de me auto-flagelar, jogando-me contra o dispensador das senhas.

quarta-feira, maio 29, 2013

O Insatisfeito Cliente 57



Boa noite,

Venho por este meio reportar uma situação que aconteceu hoje numa loja vossa, mais concretamente, no Chiado em Lisboa. Tendo em conta que a minha história não foi bem compreendida pelos funcionários da loja, explicarei tudo direitinho por escrito.
Dirigi-me à vossa loja para efetuar um simples carregamento do telemóvel, um ato pouco comum, já que costumo faze-lo sempre através do multibanco, mas na impossibilidade de o fazer, optei pela loja. Tirei uma senha e calhou-me o número 57 e a contagem ia no 54. Aguardei um pouco, já que tinha apenas duas pessoas à minha frente para além da que já estava a ser atendida. No entanto o atendimento parecia estar a demorar – estavam 4 funcionários na loja – e cerca de 10 minutos depois, decidi abandonar a loja para tratar de outros assuntos, deixando o “cliente 54” ainda a ser atendido. Fui tratar da minha vida e cerca de 25 minutos depois, e acredite, eu tenho muita noção do tempo, voltei à loja, mas entretanto tinha deitado a senha 57 no lixo já que acreditava que o meu número já tivesse passado. Enganei-me, afinal ia no número 55. Podia queixar-me desde já da velocidade de atendimento, mas assumi que os clientes anteriores a mim tivessem problemas muito complicados para resolver. Tendo deitado a senha 57 num caixote do lixo à entrada dos Armazéns do Chiado, decidi esperar pela minha vez sem tirar nova senha, afinal de contas, a não ser que o dispensador de senhas estivesse avariado, não deveria aparecer mais alguém com o mesmo número. Como o atendimento parecia estar encravado no 55, aproveitei a até fui deitar o euromilhões. Quando voltei dessa minha empreitada que durou cerca de 5 minutos, o número 55 ainda aparecia no visor, mas felizmente não demorou a passar para o 56 e como não apareceu ninguém, passaram para o 57. Dirigi-me ao balcão e a vossa funcionária pediu-me a senha, ao que expliquei a situação descrita anteriormente de forma resumida, nunca pensando que a ausência de senha fosse causar qualquer tipo de constrangimento. Mas foi-me recusado o atendimento. Eu continuava a julgar que essa situação seria facilmente ultrapassável referindo que como ela devia ter percebido, mais ninguém se aproximou do balcão quando o número 57 finalmente piscou no ecrã. E o atendimento continuou a ser recusado sempre com o argumento de que sem senha não me iria atender. Voltei a explicar a história da senha que minutos antes tinha deitado no lixo, por julgar que já tivesse passado a minha vez mas a funcionária manteve-se irredutível. Perguntei-lhe se não acreditava que eu tinha tirado a senha 57 mas não obtive resposta afirmativa nem negativa, apenas o argumento de que há pessoas que passam à frente de outras fingindo ter os números de pessoas que entretanto desistiam da espera (pelos vistos a espera é algo comum na loja, até a vossa funcionária o assumiu). Depreendo portanto que não acreditou na minha história e que eu era provavelmente mais uma dessas pessoas que ficam à coca da senha perdida para passarem à frente das outras pessoas. Perguntei-lhe uma terceira vez se não me podia atender e recusou novamente, pedindo para tirar nova senha. Expliquei que se tinham demorado mais de meia hora para avançar com 3 números, isso obrigar-me-ia a esperar no mínimo mais meia hora e que sendo o meu pedido algo tão simples e rápido como um carregamento, provavelmente já estariam a atender o cliente 58, 59 ou na loucura, o 60 se tivesse agilizado uma situação que era extremamente simples desde o início. Tive de pedir para falar com algum responsável e até esse processo conseguiu ser demorado, não sei o que se passa no back-office, mas por momentos a minha imaginação levou-me a pensar nas escadarias infinitas da estação de metro do Chiado – mas vá, ironias à parte, presumo que a funcionária estivesse a explicar a situação ao rapaz responsável. Chegou o responsável e a funcionária pôde chamar o número 58. A segunda conversa foi exatamente a mesma, expliquei a mesma história e o rapaz esgrimiu os mesmos argumentos que a sua colega. Esta conversa demorou um pouco mais porque dei por mim a repetir segunda e terceira vez as mesmas coisas, incrédulo por não estar a acreditar que não me iriam mesmo atender. À pergunta “Você está a duvidar que eu tinha a senha número 57?”, também não me respondeu nem que sim, nem que não. Uma forma politicamente correta de dizer que não. Talvez não ajudasse eu ter uma sweat do “Sponge Bob” vestida, mas quero acreditar que o tratamento não varia em função da roupa que as pessoas trazem vestidas, apesar de ser uma boa experiência a fazer um dia destes em que eu tenha IMENSO tempo livre para me dar ao trabalho. Expliquei ainda que eu lido diariamente no meu trabalho com clientes que quando me procuram, esperam ser atendidos com a maior simpatia, eficiência e eficácia – qualquer um deles falhou convosco. Talvez vos atribuísse a eficácia, se me tivessem resolvido o simples problema de carregamento do telemóvel, mas a única coisa que vos gabo é a conformidade de discurso, apesar de ridiculamente inflexível.

Afinal de contas eu só queria dar dinheiro à empresa que vos paga o ordenado. Sou vosso cliente fiel há mais de 13 anos e nos últimos anos o meu grau de satisfação tem vindo a decrescer e hoje atingiu o fundo do poço. Ainda estou boquiaberto com a inflexibilidade e falta de tato dos vossos funcionários que aliás, não tinham identificação na lapela, no meu local de trabalho isso impedir-me-ia de cumprir com as minhas funções, no vosso não, pelos vistos.

Resumindo, voltei para casa sem o telemóvel carregado e por essa razão, não posso contactar os meus clientes – com sorte, talvez eles não se lembrem de escrever no livro amarelo a queixar-se da minha falta de falta de profissionalismo. Espero ao menos que acreditem na história com que me irei desculpar, já que os vossos funcionários não acreditaram na que lhes contei.

Já agora, quando abandonei a loja, o cliente 58 ainda não tinha sido despachado. Até nos departamentos das Finanças e nas Lojas do Cidadão conseguem resolver problemas com maior celeridade e, espante-se, cordialidade. E lembre-se daquela vez, que já aconteceu concerteza, em que nalgum desses sítios burocráticos ou até num simples supermercado, deixou passar a sua senha e foi atendida na mesma sem precisar tirar novo número, com um sorriso na cara. Mandem os funcionários ao meu supermercado, se quiserem dou-vos a morada. A senhora da peixaria teria muito para lhes ensinar.

Com os melhores cumprimentos,
O insatisfeito “Cliente 57”,


Pedro Andrade


O seu pedido foi enviado com sucesso. Estimamos responder-lhe nos próximos 3 dias. Obrigado.

quinta-feira, setembro 16, 2010

A propósito do meu TMN

Avisa-se que por motivos que provavelmente não me são muito alheios, o meu Samsung tornou-se rebelde e ficou com o ecrã táctil avariado da cabeça. Talvez se não o tivesse deixado ter tantos encontros imediatos com o chão a partir de alturas consideráveis, ele teria tido a dignidade de nunca me falhar e de não me deixar praticamente incontactável com o mundo. Idiota. Não eu, o bicho. Felizmente tenho ainda um Vodafone que me vai deixando ter uns breves momentos de contacto com a civilização, apesar de ser aquele telemóvel que ainda nem decorei o pin e me fez obrigar na semana passada a resolver esse mesmo esquecimento na loja do Chiado antes que escrevesse o código errado pela 3ª vez. Após alguns dias de interregno, o 96 voltou a ter vida, apesar de ser num telemóvel emprestado e já que falamos disso Duarte Nuno, só consigo falar com as pessoas se puser a tampa do telemóvel num determinado ângulo o que me obriga quase a utilizar um transferidor para que eu não perca o fio à meada com conversas do género "Estou? Quem fala? Não oiço nada. Sim? Está alguém aí?" enquanto do outro lado se ouve "Oi? Não estou entendendo. Sim? Estás aí? Deves estar sem rede. Oi? Zzzzzzzzzzzzz". Mas não estou a reclamar.
Recebi umas quinhentas e trinta e duas mensagens de tentativas de contacto que não sei a quem pertencem porque não tenho um único número de telemóvel lá escrito e eu apenas sei de cor os número verdadeiramente relevantes, nomeadamente o meu e um ou outro qualquer que teve a felicidade de ser contemplado com alguma combinação realmente fácil para a minha cabeça. Coisa pouca. No entanto, imaginem a diversão que é atender uma chamada de alguém que acreditamos à partida que nos conhece, mas que nós não fazemos ideia quem seja, a não ser que tenha um timbre de voz facilmente identificável. Acresçam ainda a dificuldade de comunicação nalguns ângulos já mencionados e imaginem isso tudo num sítio com pouca rede. Deve ser uma imagem bonita de se ver, duas conversas de mudos em que pelo menos uma das pessoas não sabe quem está do outro lado.
Agradeço portanto que identifiquem as vossas mensagens até eu recuperar os números e que não me telefonem a fingir vozes diferentes porque eu sou menino para ter pesadelos com isso.

quarta-feira, maio 06, 2009

PES e as Tecnologias


Boa tarde pessoas giras e coisas assim-assim.

Venho por este meio relatar-vos as mais recentes desgraças da vida do PES, ilustre autor deste blogue. Desta feita irei falar-vos do complicado triângulo "Pedro-Dinheiro-Tecnologias" (ver o esquema abaixo), onde as relações entre os três vértices não se andam a desenrolar da melhor forma possível. Pedro nunca foi feito para cuidar bem de tecnologias mas gosta muito de dinheiro. Já o dinheiro nunca foi muito à bola com o Pedro mas é capaz de comprar tecnologias. As tecnologias exigem sempre bastante dinheiro, mas costumam dar alguns problemas ao Pedro.


Falemos do telemóvel:


Há já alguns valentes meses que o telemóvel do Pedro parece ter ido passar férias ao Afeganistão, tendo parado antes uns diazitos no Iraque para se bronzear um pouco. O facto de ele ainda continuar a funcionar é para todos um mistério, mas por precaução o Pedro já anotou os números de telefone num caderninho à parte. O aparelho em estado de decomposição começa a necessitar urgentemente de cuidados médicos ou de uma reforma antecipada, mas para já, o Pedro não tem dinheiro.



Agora da máquina fotográfica:


É o aparelho que acompanha o Pedro há mais tempo, sendo tão viajada como o dono. Já fotografou 10 países diferentes e muita recordação guardou na sua memória. No entanto nos últimos tempos anda com um parafuso a menos e falo no verdadeiro sentido da palavra. Já não tem todas as peças, mas ainda mantém a qualidade de imagem que sempre a caracterizou. No entanto, ganhou vontade própria e agora só funciona quando lhe apetece. Volta e meia decide bloquear ou deixar tudo negro, como quem diz "Ou páras de te fotografar, ou eu faço greve!". E faz. Mas para já, o Pedro não tem dinheiro.



O belo do computador:


Trabalha à velocidade de um caracol sem pressa de vez em quando reclamando da sobre-utilização à qual é submetido. Recusa-se terminantemente a manter uma fotografia qualquer como imagem de fundo, mas o Pedro também já desistiu de tentar isso. Possui uma memória tacanha e precisa recorrer a um disco externo de modo a conseguir guardar tudo o que o seu dono quer. Esteve de férias quase 2 meses no verão passado porque o cabo deixou de fazer contacto com o computador e depois do arranjo continuou com o mesmo problema, porém, se conseguissem colocar o cabo de uma determinada maneira e manter o computador imóvel, ele lá funcionava. Neste momento está cada vez mais teimoso e cada vez que é ligado, o Pedro teme que lhe dê o AVC final. Por essa razão o Pedro e o computador têm aproveitado cada dia como se fosse o último. Um dia será substituído, mas neste momento o Pedro não tem dinheiro.


Agorta do IPOD:


O mais fiel amigo do Pedro, sem o qual a sua vida perde todo o sentido. Sempre com músicas bonitas, apesar de ter esgotado a memória e não permitir guardar todas as músicas que o seu dono desejaria. Já viajou quase tanto como a máquina fotográfica e muitas horas de utilização acumula. No entanto já começava a dar sinais de taquicardias e exigia um carregamento diário para sobreviver. Há um dia atrás despediu-se sem dizer nada ao Pedro e abandonou-o para todo o sempre. Não se sabe se mudou de país ou se foi raptado. Tal como a Maddie, nunca saberemos o paradeiro. O Pedro desepera por um IPOD. Mas neste momento não tem dinheiro.


Rendas:

Mesmo não sendo um aparelho electrónico, o Pedro terá de pagar um mês de renda de uma casa que não vai utilizar. A propósito desse pormenor só tenho uma coisinha a dizer: FODA-SE .



A todos aqueles que quiserem ajudar o Pedro, é favor de pedir o número de conta para eventuais depósitos.

Obrigado.

domingo, julho 13, 2008

Vodafone

Porque raio toda a gente em Lisboa tem telemóveis da Vodafone? Na Madeira é tudo 96 !
Mais de 20 euros apenas numa semana em mensagens!




CÓDIOOOOOO !!!

sábado, abril 12, 2008

DÁ-ME O TELEMÓBEL JÁ !

Clicar para aumentar.

PERFIL DE HI5 DA ALUNA DO CAROLINA MICHAELIS


Depois de passarem os olhos tentem ajudar-me... o que é mais degradante neste perfil?

1 - O "Estado"?;

2 - O facto dela se considerar simpática?;

3 - O facto dela escrever com "B's" em vez de "V's"?;

4 - A dedicatória aos amigos da antiga escola cheia de palavras bonitas como "boi", "doente" e "deficiente"?;

5 - Os comentários encorajadores dos amigos?;

6 - O facto de eu ter perdido tempo com isto?









terça-feira, abril 01, 2008

"Dá-me o Telemóbel JÁ"

Aqui transcrevo o que li hoje no site da "SOL":


Agressão a professora já tem merchandising
"Enquanto os peritos analisavam o episódio de agressão à professora da escola de Carolina de Micaelis, os alunos divertiam-se à grande com o vídeo divulgado no YouTube. Recriações ao estilo pop art, canecas, t-shirts e tops estampados já circulam na Internet".

"Para além de uma música no YouTube com um remix musical das frases ouvidas durante a agressão, já houve quem se divertisse a criar t-shirts para homem e tops para senhora com a mítica frase estampada no peito - «Dá-me o telemóbel já», dito assim, à moda do Porto.
A comunidade bloguística depressa se pronunciou sobre o assunto, considerando-o uma obra de «herói pop» (Arrastão) ou manifestando-se deliciada com a «espécie de manifestações do caos contemporâneo» (Activismo de Sofá)"


Eis as obras de arte !




Aplaudo a mente brilhante que sempre consegue tornar um problema nacional (?) em motivo de diversão ! Amei !

sexta-feira, março 28, 2008

Se calhar precisamos é de professores assim...

...digo eu que há dias apanhei uma aluna a mostrar uma anedota às colegas no telemóvel em pleno jogo de voleibol...