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terça-feira, outubro 14, 2014

A Luísa voltou e eu estou sempre à espera que ela chegue


"Eu saio da escola sempre à mesma hora
Vejo o João que sai também
Já me fiz de distraída, sorri meio atrevida
Mas o João finge que não vê

Todas na escola gostam do João
Propõem namorar num papel com sim ou não
Sei que é difícil com tanta escolha assim
Que vai fazer o João gostar de mim

Sou a mais bonita e nunca sou escolhida
Quando fazem equipas para o futebol
Se alguém fica doente entro para suplente
Fico sentadinha a apanhar sol

Todas na escola gostam do João
Propõem namorar num papel com sim ou não
Sei que é difícil com tanta escolha assim
Que vai fazer o João gostar de mim"


domingo, junho 22, 2014

PES Vai a Concertos VI - António Zambujo e Convidados



Sou um fã declarado de música portuguesa, não de toda a música na língua de Camões indiscriminadamente, mas de música com conteúdo, com arte, com portugalidade, com emoção, com a beleza das coisas simples. Por essa razão o António Zambujo está na minha lista desses eleitos. É fácil deixarmo-nos embalar pela sua voz maviosa que nos entra pelos ouvidos com uma doçura misturada por vezes com um travo a malandrice. Para melhorar, ele convidou a Luísa Sobral, o Miguel Araújo, a Ana Moura e o Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento e o resultado foi maravilhoso! A Luísa Sobral escreveu uma música para cantar com o Rancho e o resultado foi maravilhoso, tal como o "Inês" e o "Nem às Paredes Confesso". Com o Miguel Araújo saiu "O Pica do 7" e com a Ana Moura uma fusão de vozes extraordinária que deixa antever um excelente concerto no Caixa Alfama em Setembro no qual pretendo marcar presença. Foi uma delícia de concerto na Praça do Município. 




quinta-feira, fevereiro 13, 2014

There's a Flower in my Bedroom


De todos os concertos, este foi provavelmente o mais bonito de todos, num espaço maravilhoso, o teatro São Luiz. Não conhecia o espaço e fiquei deslumbrado. Quase todas as minhas músicas preferidas foram percorridas, ficaram a faltar o "Oversize", o "I Would Love To" e o "You Won't Take Long" do primeiro álbum, mas já sabia à partida que este concerto seria mais centrado no segundo álbum, que tem músicas maravilhosas. Músicas como "Not There Yet", "Mom Says" e "Xico" não podiam faltar, mas na verdade acabo por gostar sempre mais das menos comerciais. O "She Walked Down the Aisle" não teve a participação do Jamie Cullum que provavelmente tinha alguma coisa combinada lá em Londres, mas foi cantada em dueto com o João Salcedo e arrisco-me a confirmar que esta versão é capaz de ser melhor do que a do Jamie. "Quando Te Vi" foi dos momentos mais intimistas e bonitos da noite, engraçado é que foi das músicas que mais demorei a gostar no álbum, e agora é das minhas preferidas, apesar do triste desfecho. Já não bastava eu adorar a Luísa, ela havia de escrever uma música sobre Paris, "I Was in Paris Today" é contagiante e faz-me imaginar nas ruelas de Montmartre a encontrar músicos de rua ao virar da esquina. Já o "Senhor Vinho" traz-nos logo de volta a Lisboa, a uma história de amor com um final feliz, que se passa no meu bairro, Alfama, e que me faz gostar ainda mais da zona onde vivo. "As The Night Comes Along" é uma música de perda, de uma senhora que ficou viúva, mas que insiste em não acreditar nessa realidade e como é dedicada aos seus avós, decidiu torná-la na música mais alegre do álbum. Por esse motivo, ela dança como se ninguém estivesse a ver, avisando antecipadamente que havia sido expulsa do ballet por alguma razão. Infelizmente não teve o António Zambujo a acompanhar o "Inês", mas teve um quarteto de cordas maravilhoso com ela que tornou este um dos meus momentos preferidos. Por outro lado, teve o Mário Laginha a acompanhar no "The Last One", música que eu ainda não a tinha ouvido cantar e que pelos vistos, foi a primeira vez que o fez em concerto. Um delicioso privilégio. Outra música que eu nunca tinha ouvido ao vivo e que é das minhas preferidas foi tocada de forma intimista a uns 4 metros de mim, sentada no chão com o João Salcedo, "Hello Stranger" provavelmente a música mais curta de todas com 1'38''. Ali pelo meio fez um medley de alguns covers habituais: "Toxic", "Não És Homem P'ra Mim", "My Heart Will Go On", "Wrecking Ball" e "Call Me Maybe", em versões muito próprias que puseram toda a gente bem disposta. Foi genial!  "I Remember You" não foi por acaso a segunda música que mais ouvi no ano passado, roçando a música country, é das músicas mais alegres do seu repertório.  Terminou como começou, sentada na cama que aparece na capa do álbum "There's a Flower in my Bedroom" apenas com a guitarra a cantar o "I'll Be Waiting". E ainda bem que terminou assim, saí felicíssimo do teatro.

Vou dormir que nem um anjinho!

quarta-feira, fevereiro 12, 2014

PES vai a Concertos - Luísa Sobral



Não é segredo nenhum a minha admiração pelo trabalho da Luísa Sobral desde o "The Cherry On My Cake". Ok, ok, depois desse só veio mais um álbum, não que ela seja a cantora com o maior repertório do mundo, pelo menos por agora. Já a vi ao vivo umas 274 vezes e ainda assim não me canso de a ouvir, na maior parte das vezes a partir de um lugar privilegiado como o de hoje, a fila da frente. Gostava de explicar o porquê de gostar tanto dela, mas acho que já nem sei especificar. Talvez o velho cliché do "as-músicas-falam-sobre-coisas-com-as-quais-me-identifico" seja uma justificação plausível, e de facto, consigo atribuir recordações da minha vida a várias músicas dela. 
Hoje, às 21h no São Luiz lá estarei e tenho a certeza que vou sair de lá leve, levezinho, mesmo que cante o "My Heart Will Go On".



terça-feira, dezembro 31, 2013

Top + cá de casa 2013

Num ano em que o meu rico iPod perdeu a vida e tive de comprar um "novo" no OLX, a minha diversidade musical não foi a maior. A culpa é do "Mundo Pequenino" e do "There's a Flower in my Bedroom", que sozinhos açambarcaram 13 dos 25 lugares das mais ouvidas, ocupando inclusivamente os primeiros cinco lugares. Não tenho culpa de gostar MUITO do que se fez em Portugal este ano. Ao analisar os concertos que fui este ano, percebo que foi tudo "Made In Portugal": 

  • Deolinda (3 vezes) 
  • Luísa Sobral (2 vezes)
  • Carlos do Carmo
  • António Zambujo
  • David Fonseca
  • Ana Moura (2 vezes)
  • Gisela João (2 vezes)
  • Ana Bacalhau a solo
  • Cuca Roseta
  • Raquel Tavares
  • Cristina Branco 
  • Tributo a Joni Mitchell
Eh pá, agora que concluo isso reforço ainda mais, a música portuguesa é boa que dói! Finalmente consegui ir a um concerto do Carlos do Carmo, aos anos que esperava essa oportunidade. Lamento apenas ter assistido ao concerto de um ângulo meio complicado, mas hei-de ter mais alguma chance de o ouvir, até porque faltou-lhe o "Estrela da Tarde" e ainda não o perdoei por isso. A Gisela João foi a revelação do ano sem dúvida, conheci-a no Festival de Fado em Alfama onde também pude ver pela primeira vez o António Zambujo e a sua lambreta que eu tanto idolatro. Os Deolinda, esses nem vale a pena comentar, vi-os três vezes, duas delas em dias seguidos nos Coliseus de Lisboa e Porto, com direito a dois dedos de conversa a convite da Ana Bacalhau. O Coliseu do David Fonseca também foi maravilhoso! A Lúísa Sobral, se juntar as colaborações com o David Fonseca e o tributo à Joni Mitchel, vi-a 4 vezes e o São Luiz espera-me já em Fevereiro. Foi um ano bom demais para a música portuguesa.
Mas vá, num ano em que perdoei um pouco a música pop que se faz nos últimos tempos, o meu top 25 é o seguinte:

1º - "Musiquinha", Deolinda
(249 reproduções)


2º - "I Remember You", Luísa Sobral
(177 reproduções)


3º - "Seja Agora", Deolinda
(175 reproduções)


4º - "Algo Novo", Deolinda
(146 reproduções)


5º - "Hello Stranger", Luísa Sobral
(146 reproduções)


6º - "Sweet Nothing", Calvin Harris feat. Florence Welch
(144 reproduções)


7º - "I Was In Paris Today", Luísa Sobral
(127 reproduções)


8º - "Kiss You", One Direction
(127 reproduções)


9º - "Antigamente", Gisela João
(116 reproduções)


10º - "Capitão Gancho", Clarice Falcão
(109 reproduções)


11º - "Quem Tenha Pressa", Deolinda
(98 reproduções)


12º - "I'll Be Waiting", Luísa Sobral
(91 reproduções)


13º - "One Day", Asaf Avidan
(89 reproduções)


14º - "She Walked Down The Aisle", Luísa Sobral feat. Jamie Cullum
(89 reproduções)


15º - "Mom Says", Luísa Sobral
(88 reproduções)


16º - "Concordância", Deolinda
(85 reproduções)


17º - "Blood", The Middle East
(84 reproduções)


18º - "Doidos", Deolinda
(81 reproduções)


19º - "Um Só", Clarice Falcão
(80 reproduções)


20º - "The Party", Regina Spektor
(80 reproduções)


21º - "Oitavo Andar", Clarice Falcão
(75 reproduções)


22º - "One Way Or Another", One Direction
(75 reproduções)


23º - "Semáforo da João XXI", Deolinda
(72 reproduções)


24º - "I Knew You Were Trouble", Taylor Swift
(71 reproduções)


25º - "Spectrum", Florence + The Machine
(70 reproduções)



Menções honrosas para "I Love It" da Icona Pop, "Top Of The World" dos Imagine Dragons, "Pois Foi", "Gente Torta" e "Fiscal do Fado" dos Deolinda e "De Todos os Loucos" da Clarice Falcão. 
And that's all folks!

 

terça-feira, novembro 19, 2013

Tributo a Joni Mitchell



No passado dia 14 fui ao CCB assistir ao concerto de tributo a Joni Mitchell. Confesso que não sou um fã acérrimo da cantora,  por não lhe conhecer a discografia e descobri há pouco tempo que é artista plástica e que pinta quadros maravilhosos, como este que aparece no bilhete do concerto e que eu adorava ter na minha sala, mesmo antes de saber que tinha sido pintado por ela. Na verdade não sei porque nunca me deu para explorar o mundo fabuloso de Joni Mitchell, já que as 4 ou 5 canções que lhe conheço são absolutamente fabulosas.  Aguçada a curiosidade, e juntando-se o facto deste concerto contar com um elenco maravilhoso, comprei o bilhete sem pensar duas vezes e fui até ao CCB na passada quinta-feira. Não estava lotado, o que digo já, foi uma grande pena. Corrijo, um desperdício.
Não conhecia a maioria das canções, é verdade, mas fui de coração aberto e foi dessa forma que as 10 cantoras pegaram nos temas da artista homenageada. 
Toda a gente sabe da minha adoração à Luísa Sobral e à Ana Bacalhau, mas seria completamente injusto atribuir-lhes os pontos altos da noite, isto porque é difícil escolher apenas um. "The Circle Game" foi brilhantemente interpretado pela Aline Frazão, Cati Freitas e pela Fábia Rebordão (a Fábia está magra, linda de morrer e com a mesma voz arrasadora que lhe conheci na Operação Triunfo), a Manuela Azevedo cantou "A Case Of You", recentemente interpretada pela Ana Moura no "Desfado". A Márcia, a Luísa Sobral e a sua harpa tornaram o "River" num momento de arrepio.  A Luísa já o havia feito quando no Natal passado se lembrou de juntar imensas cantoras portuguesas para uma versão dessa canção, mas ao vivo e num ambiente intimista, ganha dimensão diferente. A Sara Tavares, igual a ela própria, conseguiu cunhar as músicas que interpretou com o calor e o ritmo que lhe corre nas veias. Foi g-e-n-i-a-l! Por tudo o que esta canção significa para mim e pela soberba  entrega da Amélia Muge, posso confirmar que foi o momento do "Both Sides Now" que me emocionou ao ponto de me deixar de olhos humedecidos. 
Já com todas as cantoras em palco e com a própria Joni Mitchell a cantar em pano de fundo num vídeo de 1966, terminaram com o "Just Like Me". 

Obrigado por se terem lembrado. Saí do CCB com o coração cheio.



terça-feira, abril 30, 2013

Fazem-se coisas tão bonitas no nosso país

Lembro-me de escrever na primeira publicação deste blogue, que este mês faz 7 anos, acerca de imprevisibilidade da vida, da incerteza do amanhã e do quão maravilhoso isso era. O não adivinhar o dia seguinte, o olhar para o dia novo como uma página em branco e do que é verdade hoje amanhã poder ser uma farsa. Confesso que este pensamento tem caminhado comigo nos últimos tempos pelos mais variados motivos, mas hoje não queria entrar em devaneios filosóficos para não embrulhar mais os meus já poucos neurónios. Na verdade apenas escrevo porque me apercebi que nestes 7 anos algo mudou na minha vida - o meu gosto musical. Sempre me considerei eclético, tanto comprava os discos da Britney Spears e das Spice Girls para ouvir no discman, como ouvia Bach e Chopin para estudar, cds que os meus pais tinham no meio de tantos outros. Ainda me lembro do primeiro cd que comprei. Estava no 5º ano e lá em casa havia apenas uma aparelhagem para ler cds, era do meu irmão, que rebelde como só ele, era pioneiro nas tecnologias lá de casa - leitor de cds, telemóvel, eu sei lá, ele desbravou um ousado caminho. Antes, ele já tinha comprado um rádio com leitor de cassetes, daqueles compridos que com aquelas pilhas gordas dava para levar ao ombro para a praia. Felizmente para todos nós, isso não aconteceu. 
Ao tentar recordar-me das minhas primeiras memórias musicais, consigo lembrar-me de um gira-discos onde ouvia vezes sem fim o "Fungagá da Bicharada", um disco com o Júlio Isidro na capa (não me lembro se era ele que cantava), e que graças à Wikipedia, sei que foi um programa televisivo entre 1974 e 1976. Espero que esse vinil ainda exista lá em casa, aqui só encontrei esta imagem de fraca qualidade do Júlio Isidro vestido à domador de leões, uma capa épica.


Já em cassetes, tínhamos a "Turma do Balão Mágico" - memorável! Sabia as músicas de cor e salteado. Nunca vi o programa, nem sei se passava na televisão portuguesa, de qualquer modo só tínhamos RTP Madeira na altura a preto e branco. Hoje temos internet que permite ver, pela primeira vez e com décadas de atraso, o vídeo do "Super Fantástico" - surpresa, era a cores!  


Contudo, na minha cabeça ninguém me tira a ideia de que as músicas infantis da minha infância eram bem melhores que as de hoje em dia, não desfazendo o Panda, a Xana Toc-Toc e agora a sensual Professora , Cabeleireira, Bombeira e Polícia Sónia Araújo. 
Ainda falando de cassetes, as músicas em inglês que tenho memória são duas - "Hotel California" dos Eagles e "Let It Be" dos Beatles. Não percebia patavina do que eles diziam mas sei que durante anos a fio cantava "Léripi" em vez de "Let It Be". Quem não tem cão...

Quando finalmente o meu rico irmão (ele tinha sempre dinheiro para cenas) comprou uma aparelhagem com leitor de cds, tinha de ouvir o que ele tinha - assim de repente, um disco com o nome "Dance Mania", o unplugged dos Nirvana, "Conquest of Paradise" dos Vangelis, Madredeus, enfim, ele sempre foi eclético como eu. Eu, gradualmente, fui ganhando terreno para poder ouvir os cds dele quando me apetecesse, até que chegou o dia em que comprei o meu primeiro cd, com o meu próprio dinheiro. Foi o álbum homónimo das Spice Girls. É verdade. E como eu dançava aquilo, em casa, na escola, enfim, teria panos para mangas, esse assunto. Ai, ai... Aliás, toda a minha evolução musical daria um bom sketch humorístico. 

Hoje, aos 27 anos, sou um apaixonado pela música portuguesa. Se antes olhava para o "Made In Portugal" com desdém e apenas ligava ao "Top +", hoje tenho pena que não haja mais esse programa. Porque decerto estaria recheado de bandas e artistas que eu venero. Aqui tenho a playlist das 35 músicas que mais ouvi em 2013,  sim, eu sei que há pessoas que já não têm paciência para aturar a minha adoração pelos Deolinda e pela Luísa Sobral, mas é mais forte do que eu. E apesar da hegemonia deles nesta lista de 35 músicas, tenho ainda David Fonseca, Ultraleve, Cristina Branco e Amália Rodrigues. Mas também podiam estar o António Zambujo, a Ana Moura, a Maria João, o Carlos do Carmo, o Rodrigo Leão, os The Gift, o Sérgio Godinho, a Lúcia Moniz, a Márcia.
Bem, faz-se tanta coisa linda no nosso país.

E por essa razão, tenho lugar na 3ª fila do Coliseu de Lisboa para os Deolinda na sexta-feira... e para a 6ª fila no dia seguinte no Coliseu do Porto. E se eles me convidassem a fazer parte da tournée deles, ia fazia já as malas e corria o mundo com eles. 





segunda-feira, dezembro 31, 2012

Top + cá de casa

Este ano o meu iPod continuo o meu mais fiel amigo, mesmo após ter caído da mota em andamento e tendo sobrevivido a um carro que quase, quase lhe passou por cima. Foi de férias ao Porto Santo e passeou comigo por Amesterdão, Berlim e Paris. Foi carregado muitas, muitas vezes, e no final do ano, o meu itunes apresenta o seguinte top 25, que vão das 143 até às 307 reproduções, não apenas do último ano, mas dos últimos dois anos e meio. No dia 1 de Janeiro de 2013 vou voltar a pôr tudo no zero e reescrever uma nova história. Até porque nós somos a música que ouvimos, e o Pedro de 2012 foi diferente do de 2011 e 2010. O Pedro de 2012 decidiu que a Luísa Sobral, os Deolinda, a Regina Spektor, os Florence+The Machine e os Noah&The Whale são os melhores de todo o sempre. 
Seja isso bom ou não, foi diferente. E eu espero que o de 2012 tenha mais dinheiro no banco para comprar os discos novos da Luísa, dos Deolinda que estão para sair e da Ana Moura, do Zambujo e do David Fonseca que ainda não tenho. E ir aos Coliseus vê-los. Nunca a música portuguesa esteve tão boa. 

1º - "Firework", Katy Perry
(307 reproduções)


2º - "Dog Days Are Over", Florence + The Machine
(282 reproduções)


3º - "Teenage Dream", Katy Perry
(259 reproduções)


4º - "Um Contra o Outro", Deolinda
(243 reproduções)


5º - "The Edge Of Glory", Lady Gaga
(228 reproduções)


6º - "Xico", Luísa Sobral
(225 reproduções)


7º - "Lambreta", António Zambujo
(224 reproduções)


8º - "Daydreamer", Adele
(202 reproduções)


9º - "Us", Regina Spektor
(202 reproduções)


10º - "Love Of An Orchestra", Noah & The Whale
(200 reproduções)


11º - "You And Me", Zee Avi
(192 reproduções)


12º - "Eet", Regina Spektor
(187 reproduções)


13º - "Saiu Para a Rua", Luísa Sobral
(182 reproduções)


14º - "Kiss With A Fist", Florence+The Machine
(181 reproduções)


15º - "Call Me Maybe", Carly Rae Jepsen
(178 reproduções)


16º - "Judas", Lady Gaga
(177 reproduções)


17º - "Flagrante", António Zambujo
(175 reproduções)


18º - "I Would Love To", Luísa Sobral
(174 reproduções)


19º - "Rolling In The Deep"
(169 reproduções)


20º - "Não Tenho Mais Razões", Deolinda
(165 reproduções)


21º - "Howl", Florence+The Machine
(152 reproduções)


22º - "Telephone", Lady Gaga e Beyoncé
(152 reproduções)


23º - "You Won't Take Long", Luísa Sobral
(152 reproduções)


24º - "Birds", Kate Nash
(149 reproduções)


25º - "Wide Awake", Katy Perry
(143 reproduções)


(ali mesmo a entrar no top ficaram "O Fado Não É Mau" e "Patinho De Borracha" dos Deolinda e "It Shall Pass" do David e da Luísa, mas não quis manipular e pronto, ficou assim. E o "Oversize", "Mr, & Mrs. Brown", "O Engraxador" e o "Passou Por Mim e Sorriu". Arf!)