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terça-feira, dezembro 30, 2014

O Fabuloso Natal do PES

Mais um ano, mais um natal, mais um final de ano que se aproxima. Como não havia de deixar de ser, voei até à ilha para uma semana maravilhosa. Uma semana em que aproveitei todos os minutos da melhor forma que pude. Conheci o Crispy e apaixonei-me por ele ao primeiro de muitos saltos e lambidelas. Amor incondicional? Adoptem um cão. Revi a família e com ela engordei uns quilos nos incessantes almoços e jantares de antes, durante e após os dias de Natal. Bebi muita poncha de maracujá, comi canja e bolo do caco com manteiga e alho porque fui obrigado a isso. Não por alguém, mas porque é mandatório que assim seja, é algo do qual não se consegue fugir. Experimentei finalmente cross-fit e fiquei fã, não apenas da modalidade mas também dos amigos que lá conheci e que me acolheram de braços abertos. Andei meio partido no dia seguinte mas isso não me impediu de ir para a noite do mercado para reencontrar outros amigos de longa data que só se encontra neste dia. A celebração do Natal foi provavelmente a menos povoada que tenho memória pela ausência de alguns membros da família mas não foi mais triste por isso, porque sei que continou a ter a mesma família maravilhosa, mesmo que separada por centenas de quilómetros. Corri duas vezes, uma espécie de treino e uma volta à cidade com o melhor tempo que já fiz, 26'41'', espectacular para quem fez apenas um treino a passo de caracol a pensar na poncha que se seguia. Andei muito de mota, estava doido para o fazer na minha ilha e mesmo assim não fiquei saciado. 
Vim-me embora para Lisboa acompanhado pelo fabuloso nascer do sol que a Madeira proporciona e aconchegado pelo calor das pessoas que revi, das pessoas novas que conheci e com quem partilharam momentos maravilhosos comigo. 

Voltei com um pequeno (grande) aperto no coração.























quarta-feira, agosto 06, 2014

Um dia destes vou ser emigrante em Coimbra


Ponho a minha vida em perspectiva quando começo a perceber a quantidade de amigos meus que estão emigrados. 
Só na semana passada recebi uma encomenda da Sílvia que foi viver para Hamburgo e um postal da Ana que foi para Limerick, uma cidade irlandesa que eu desconhecia até à data. Infelizmente nenhuma delas escolheu essa cidade por ser o seu sonho de criança.
Assim de repente, e contando que me vá esquecer de alguns:

  • A Sílvia em Hamburgo;
  • A Ana e o Bruno em Limerick;
  • A Nádia em Berlim;
  • A Vanessa em Munster, Alemanha;
  • O Rúben, o Marcos e o Luís em Londres;
  • O David em Edimburgo;
  • A Sara algures na Holanda;
  • A Márcia, a Olívia e o Igor na Noruega;
  • O Diogo em Barcelona;
  • A Rafaela em Palermo;
  • O Nuno em Angola;
  • A Lucília, o Nuno e mais uma mão cheia de conhecidos no Dubai;
  • A Nina na Suiça.
Alguns por opção, outros por vicissitudes da vida, a verdade é que estão longe e a maior parte deles em busca de uma vida melhor que este país empobrecido e embrutecido não oferece. Cada vez que sei de um amigo que vai para fora do país sinto uma confusão de sentimentos na barriga e na cabeça. Não sei se é suposto ficar contente por eles irem em busca de um ordenado que lhes permita viver uma vida mais aproximada daquela que desejam, se é suposto ficar triste por estarem geograficamente longe de mim. Não que fossem todos meus amigos do dia-a-dia antes de emigrar, mas a verdade é que a possibilidade de nos encontrarmos antes estava à distância de um telefonema e agora exige um avião, tempo e dinheiro.
Por vezes sinto uma certa inveja por terem tido a coragem de fazer as malas e partir para o desconhecido, para uma aventura que lhes pode mudar a vida, por outro acho que a saudade e o frio dos países que oferecem melhores condições que as nossas me poderia matar por dentro. 
Quem sabe um dia, quem sabe?


quinta-feira, junho 26, 2014

Postcards From Italy


Já visitei 12 países, acabei de fazer a conta agora mesmo. Apenas uma vez saí do continente europeu, quando fui ao Brasil no ano passado, os restantes 11 são todos no velho continente. Alguns conheci praticamente de passagem, outros um pouco melhor. Mas de todos os que vi, e mesmo comparando com a vontade que tenho em conhecer outros que ainda não fui, nenhum se compara com Itália. Tenho um fascínio imenso por esse país e tenho dificuldade em escolher o que mais aprecio: a história, a comida, as paisagens, as praias, o calor, as cores.
Hoje faz exactamente 3 anos que estava em Roma. Tinha decidido que nesse ano passaria o meu aniversário de forma diferente, por esse motivo comprei uma viagem com a devida antecedência e parti sozinho. Por muito deprimente que possa soar a ideia de viajar sozinho por alturas do meu aniversário, hoje posso afirmar com toda a certeza do mundo que foi a melhor decisão que tomei. Viajar sozinho tem algumas vantagens, principalmente no verão, quando as pessoas estão todas bem dispostas e disponíveis. Foram 6 dias naquela magnífica cidade, cheios de peripécias, amigos novos e gelados de nutella. 
Apesar de me ter munido de um guia de Roma, pretendia andar ao sabor do vento, sem grandes planos, sem decisões tomadas com antecedência. Por esse motivo meti-me no avião sem ter sítio reservado para dormir e ainda com o avião parado em Lisboa conheci o staff de um avião de outra companhia que viajava ao meu lado e que após alguns minutos de conversa se ofereceram para mostrar-me a cidade no primeiro dia e convidaram-me para ficar com eles no hotel. Ganhei uma visita guiada, um almoço oferecido (presente de aniversário antecipado, disseram eles), um sítio para dormir e 6 novos amigos, todos do Canadá. No dia seguinte tratei de arranjar um hostel e encontrei um onde trabalhava uma rapariga californiana que me convidou a ir assistir ao pôr-do-sol no topo do edifício. Não num cenário romântico, mas num alegre convívio com os demais turistas que por lá andavam. No dia em que decidi fazê-lo conheci o Casper e o Mads, dinamarqueses que chegaram a Roma à boleia que ao ver-me chegar ao terraço me perguntaram se eu queria beber vinho com eles, como se fôssemos amigos desde sempre. Ficámos horas e horas à conversa, à qual se juntaram dois colombianos que também por lá andavam. Fiquei amigo dos quatro.
No dia seguinte conheci o Joacin no Fórum Romano, também dinamarquês e com histórias igualmente incríveis para contar e que por também estar sozinho na cidade, acompanhou-me nessa tarde enquanto fazia tempo para apanhar um vôo para a Sicília. 
O Alberto foi o primeiro italiano que conheci em Roma, também na qualidade de turista já que nasceu em Bari mas estudava em Paris. Tinha ido visitar o Gianni, seu amigo de longa data. E eu que não tinha qualquer plano para o meu aniversário vi o meu destino traçado por eles que decidiram que eu não podia deixar de ir a uma festa ao ar livre que mais parecia um festival de verão para festejar a minha noite de aniversário. Não satisfeitos, "obrigaram-me" a ir para a praia no dia seguinte e eu aborrecidíssimo da vida, celebrei o meu dia numa praia a jogar voleibol e a mergulhar nas águas quentes do Mediterrâneo até ao pôr-do-sol. 
Passados 3 anos, mantenho contacto com alguns dos amigos que fiz por lá. O Christopher já veio a Lisboa e levei-o a conhecer uma parte da cidade e jantámos e bebemos um copo pelo Bairro Alto. O Ryan está sempre a insistir para visitá-lo no Canadá. O Joacin vive em Beirute. O Casper saiu da Dinamarca e é artista em Paris onde tem uma exposição em Montmartre que já me desafiou a visitar. O Gianni já veio passar férias a Portugal e telefonou-me para nos encontrarmos no único dia em que passou por Lisboa. E o Alberto, estive com ele em Paris quando lá fui há um ano e meio e juntos fomos a Notre Dame e a uma exposição do Hopper no Grand Palais. 

Foram 6 dias maravilhosamente imprevisíveis, cheio de tudo. Voltei para Lisboa com o coração a transbordar de felicidade por me ter apaixonado por cada recanto de Roma e com muitas histórias vividas que já ninguém me tira. 

sexta-feira, junho 06, 2014

PES vai a Concertos IV - Justin Timberlake, Rock in Rio 2014




Fui mais uma vez à Bela Vista, desta feita com Laura Sofia mas não sei se ela aprova este vídeo que estou a publicar sem a sua autorização.
E apesar de termos ido ver o Justin Timberlake, a música do vídeo é dos Arcade Fire, que vi no dia anterior com a Ana, vídeo que está a ser trabalhado para ser publicado aqui. Talvez esse tenha uma música do Justin, só para ser do contra. 
Existe um vídeo de mais de 7 minutos filmado no palco EDP do qual foram retirados excertos para esta montagem meia totó (preciso de ajuda na edição de vídeos, se faz favor) que merece ser publicado sem cortes e com o som original. PES e Laura não faziam ideia do que se iriam divertir naquele concerto onde todos parecíamos estar sob o efeito de psicotrópicos.
Estes eventos são ainda excelentes para reencontrar amigos e conhecidos. Neste dia encontrei a Carolina a quem tenho umas fotografias para mandar desde 2011 e a Joana, que não via há anos e que apenas ia tendo notícias através do facebook e instagram. E se encontrar uma amiga da Madeira que vive em Espanha no meio dos milhares de pessoas que estavam no recinto já tinha sido uma coincidência improvável, encontrá-la segunda vez, lado a lado no concerto do Justin, tornou ainda mais feliz esse reencontro. À saída deu ainda para reencontrar a Rita, também amiga de escola do 5º e 6º ano (!!!) com quem sempre fiz questão de manter contacto. Pois, não só de música se fazem os festivais de verão. Terminei o fim de semana com a alma cheia de muita coisa boa! 


Ai, espera, não falei do concerto propriamente dito. O Justin é um artista muito bom, não inventou muito, cantou bem e dançou ainda melhor. Sou mais adepto dos primeiros álbuns do rapaz mas tudo o que ele cantou era conhecido e o concerto nunca foi aborrecido. Mas sinceramente, sinto que faltou alguma coisa. Talvez eu ter ficado mais à frente, já não sei o que é assistir a um concerto a meia distância do palco. E diga-se em abono da verdade, os Arcade Fire tinham elevado a fasquia no dia anterior. Mas a pinta do Justino, eh pá, essa ninguém lhe tira. Um dia volto a um concerto dele e prometo treinar as coreografias, ao recuar aos tempos áureos dos N*Sync lembro-me que nessa altura pensava "um dia hei-de dançar como ele". Pois, se eu já não canto grande coisa, não me queiram ver a dançar. A mexer-me, vá. A parte boa é que devo abrir uma clareira à minha volta, certamente.




quinta-feira, fevereiro 20, 2014

A Próxima Viagem Já Está Marcada!

Após muita ponderação, pesquisa de vôos, escolhas de datas e definição de orçamentos, já está escolhida e comprada a minha próxima viagem. Dediquei algumas horas ao longo de vários dias mas agora que já não jogo Candy Crush sinto-me uma pessoa com imenso tempo livre e se eu tivesse o dinheiro necessário na altura, acho que teria comprado viagens para pelo menos dois meses fora. Não sei se suspire de alívio ou de resignação. Bem, o que importa é que em Março o Pedro vai voar e o destino escolhido é:


Não é Milão!


Não é Londres!
(desculpem Luís, Marcos e Rúben)


Não é Roma!


Não é Palermo!
(desculpa Rafaela)


Não é Praga!


Não é Viena!
(desculpem Sérgio e Patrícia)


Não é Paris!


É PARA A MADEIRA!

Uma enorme surpresa, este destino exótico cheio de bolo do caco, espetadas e ponchas. Aliás, é no registo gastronómico que esta viagem se insere, já que há uma montanha de amigos a caminho do mesmo destino comigo e eles terão de sair bem nutridos e alcoolizados da ilha para apenas terem lembranças maravilhosas. Lá terá de ser, uma chatice voltar a casa mais uma vez...

quinta-feira, janeiro 02, 2014

Coração Radiante



Estou de volta a Lisboa após uma férias maravilhosas férias de Natal e fim do ano na Madeira. É inacreditável como se valoriza mais as coisas e as pessoas quando estão longe, mas se isso for necessário, então não quero mesmo voltar para a ilha. Adoro andar nas ruas só por andar, sem destino aparente, a averiguar o que mudou e o que continua igual e a encontrar pessoas conhecidas na rua que já não via há muito tempo. Essa distância permite perceber de forma mais dramática as alterações que acontecem na vida das pessoas. Os filhos que começam a nascer, as rugas e os cabelos brancos que aparecem, as barrigas proeminentes, por outro lado, há aquelas pessoas cujo tempo passou por elas de forma  mais generosa e que as fez florescer e rasgar um sorriso mais bonito do que aquele que tiveram outrora. 
E vir à Madeira no Natal é como viver uma espécie de "Indian Summer", já que dispensamos todos os casacos e roupas quentes de Lisboa em prol de t-shirts e óculos de sol que saem novamente das gavetas para dar um ar da sua graça. Não gosto do frio, nunca gostei. Suporto-o durante uns 3 ou 4 dias, mais do que isso começa a ser uma história de terror para mim, pelo que não sei o que seria de mim a viver num país mais a norte do que o nosso. 
Tudo bem que a altura do ano tem logo à partida um potencial elevadíssimo para ser uma altura de imensa felicidade, o Natal e o fim do ano são festas levadas muito a sério por toda a ilha e ainda não encontrei sítio onde se viva com igual intensidade, mas desta vez tentei não desperdiçar um momento que fosse durante a minha estada. Dediquei algumas horas a vários bons amigos que tenho por lá e tive até oportunidade de ganhar um ou outro novo. Mesmo com vidas um pouco conturbadas por variadíssimos motivos, fui recebido por toda a gente com abraços, beijos e uma genuína saudade. Com uma poncha ali e uma ginja acolá a animar as hostes, diverti-me como nunca desde que saí da ilha.
Volto a Lisboa já com uma saudade de quem ficou por lá e com vontade de não atrasar muito o meu regresso. Volto com uma certa apreensão por sentir que a minha presença pode fazer alguma falta, não que eu seja insubstituível obviamente, mas porque me sinto um pouco responsável pela felicidade daqueles que gosto. E ao mesmo tempo que me encheram o coração, sei que deixei parte dele nas suas mãos. 
Mas é assim que sabe melhor, não é?


terça-feira, dezembro 31, 2013

Vá, faz parte deste dia reviver estas coisas, certo?


Não gosto de catalogar os "melhores amigos", tenho vários amigos realmente bons, alguns potenciais, outros meros conhecidos. Mesmo os muito bons às vezes são uma valente "pain in the ass", mas se ainda assim continuam por lá, é porque valem a pena. E o facebook tratou de me resumir aqueles com quem comuniquei mais este ano, seja pelas conversas no chat ou pelos cafés, jantares e viagens com direito a fotografias e identificações a imortalizar o momento. Oito meninos e oito meninas, uma prima e um irmão de sangue, outros irmãos escolhidos por mim, uns, amigos de longa data, outros, recentes aquisições. Para isto ser justo, faltava a minha Nádia, com quem partilhei a maravilhosa viagem ao Rio de Janeiro. Independentemente do que a vida me trará daqui para a frente, agradeço os momentos partilhados. Obrigado pelas gargalhadas, pelos abraços sinceros, pela dedicação. Obrigado pelo ombro amigo, pelas lágrimas partilhadas, pelo brilho no vosso olhar. 
2014 será maravilhoso concerteza, de preferência convosco na minha vida, e desculpem o lugar comum, mas "O MELHOR  AINDA ESTÁ PARA VIR".

terça-feira, junho 11, 2013

Junho, o Melhor Mês de Todo o Sempre

Junho é e sempre será o meu mês favorito. 
E tenho as mais variadas razões para tal. Antes de tudo, porque o primeiro oxigénio que respirei foi o deste mês, e que bem se respirou na manhã de 29 de Junho de 1985.
Uns anos depois apercebi-me que não tinha sido o único familiar de sangue que foi recebido no quente mês de Junho: assim de repente e correndo o risco de me esquecer de alguém, o Avô Zeca, o Tio Ricardo, o tio Zé, a Tia Teresa, o Guilherme, a Tia Helena, a e o António. Os Avós Espírito Santo tiveram particular pontaria para este mês, o que fazendo contas, revela uns quentes e férteis Outonos. Aposto que a Avó Juliana fez pontaria para acertar nas datas dos Santos Populares, acertou na Teresinha no Santo António e a Julianinha acertou comigo no São Pedro. É uma família duplamente abençoada, com o mês dos Santos e com o apelido. Não fossem alguns destes aniversários celebrados em conjunto e Junho seria o mês oficial da engorda da família Espírito Santo.
Junho também foi durante muitos anos o último mês de aulas antes das férias de verão. Era o mês dos últimos testes e das famosas festas na escola. Havia sempre um clima de boa disposição, estávamos todos eléctricos com o início da temporada de praia e com a despedida dos colegas que no ano seguinte podiam já não ser da nossa turma. Por isso escrevíamos dedicatórias em livros de capa preta uns aos outros. 

Junho é um mês de luz. E tem um cheiro diferente. Um cheiro de que tudo vai correr bem.

Guardo as melhores recordações deste mês. Idas à praia, os jogos da selecção Portuguesa, concertos, jantares, passeios. Correndo o risco de arrasar com a minha vida social para sempre, resolvi abrir o baú das recordações e rever os meus meses de Junho desde 2004... Perdoem-me os restantes intervenientes que possam ficar envergonhados com as roupas que usavam na altura ou com o penteado completamente out, mas vá, recordar é viver. E devolve-nos um pouco das borboletas na barriga. E Junho é o mês delas.

JUNHO 2004


Num dos almoços de aniversário do Tio Ricardo, na sua casa maravilhosa, a casa que eu mais gosto na ilha da Madeira, já que a Vila Palmeira fica na ilha ao lado. Aquela vista, aiiiiiii! Tesourinho deprimente, o meu focinho, mas não deixo de adorar esta fotografia por tudo o que ela representa. 


Um dos vários momentos em que festejámos as vitórias de Portugal no Largo do Colégio durante o Euro 2004. Um ambiente de união e energia positiva nunca antes visto. As caras de bebés dos meus colegas de curso matam-me.


O contexto desta fotografia é espectacular e super responsável - a turma depois de uma aula de ténis e na véspera do exame de Anatomofisiologia. Passámos todos no exame. E garantiríamos um lugar no Splash, se já existisse na altura. O João Pedro pela melhor bomba, a Teresa pelo salto mais bem disposto, a Petra por ter tapado o nariz, o Élsio por imitar uma gaivota e eu pela dor na virilha que devo ter tido com o salto mais parvo do dia.


Rock in Rio. 12 horas seguidas de pé no mesmo sítio. Black Eyed Peas, Britney Spears, Daniela Mercury, Sugababes foram a minha motivação para tal aventura. Sim, eu gostava da Britney. E só não levei um cartaz a pedir-lhe "Faz-me um filho" porque me esqueci. 


A minha amiga Brit num super playback, mas eu gostei na mesma e é bom que não me contrariem e que nunca mais me falem disto. Estamos entendidos?


JUNHO 2005



Aniversário da Sílvia, aqui já não brigávamos tanto nem ficávamos meses sem nos falar. Protagonizámos a melhor história de "amor-ódio" de todos os tempos. Ou pelo menos dos Edifícios D. João. A Amélia para não variar, ficou de olhos fechados. Um clássico. Um antes e depois deste grupinho seria maravilhoso!


A celebração do meu aniversário na Universidade da Madeira, onde os meus adorados colegas me ofereceram uma bola com um boneco a dar um soco, uma alusão à minha agressão à professora de basquetebol com uma bola, nesse ano que terminava. Sempre tive colegas engraçadinhos. Tive 16 na cadeira, uma excelente nota na altura apesar de eu ter tentado matar a professora - ainda é cedo para assumir isso?


A melhor aquisição de 2005, a Rafaela, "a miúda mais bela". Ainda hoje me torra o juízo e acho que assim terá de ser para todo o sempre.


A grupeta das festas, foi também um ano de animação com estas três criaturas. Fizemos muuuuuitas coisas giras juntos e confesso que tenho saudades de toda a boa energia que estas três transpiram. Aqui, numa festa no Copacabana, um dos vários palcos que costumávamos deitar abaixo. 


JUNHO 2006


Mais um aniversário da Sílvia. Tentei encontrar uma fotografia onde ela aparecesse mas pelos vistos não lhe tirei nenhuma. Devia estar particularmente feia. Em relação às poses, prefiro não comentar.


A primeira vez que fiz o Caldeirão Verde, com a Helena Pereira. Tive muita dificuldade em escolher uma fotografia deste álbum porque é tudo muito em mau. E sim, esta de boné virado para trás é das menos embaraçosas, quem diria. Se bem que tinha uma bonita de quando meti o pé todo na lama.


Portugal - Holanda, mais uma vitória festejada no Largo do Colégio, mais um momento para a Amélia brilhar. A ver se sobrevivo depois disto.


Festival Atlântico - sempre achei maravilhosa a ideia de ter espectáculos pirotécnicos na baía do Funchal no mês do meu aniversário. Podia sempre dizer que era o aquecimento para o São Pedro.


Portugal - Inglaterra, mais um jogo da selecção no Largo do Colégio, mais uma vitória. Das derrotas não há registos. Infelizmente existem deste meu boné que eu insistia em usar.

JUNHO 2007


Laura Sofia já era uma doida do Bodicombate e não perdia um evento que fosse. Provavelmente a primeira aula em que batemos em inimigos imaginários juntos. Tinha fotografias mais divertidas, mas achei que a primeira vez que apareces aqui não devia revelar tudo de ti. Ainda.


Uma noite quente de verão desperdiçada a fazer directa para o trabalho de Desportos de Combate. Mas valeu a pena por vários motivos: porque temos 5926 vídeos de Sofia a tentar ler um texto sem rir, porque temos fotografias da Sofia a dormir literalmente em cima do computador e porque o trabalho ficou um espectáculo!


Vá, e por causa destes vídeos onde sou enxovalhado por uma rapariga.


Na despedida do André antes de ir para os Açores, eu é que fui o centro das atenções. Sempre foi assim toda a minha vida, uma canseira.


Ainda nesse jantar, não podia deixar passar duas das pessoas mais importantes no meu percurso universitário e na minha vida: a Lénia e a Helena.


A celebração dos 50 anos de casados da Tia Zita e do Tio José Manuel, aqui com os primos quase todos. Faltou a Carolina. 


Carolina, onde estavas tu quando foi tirada esta fotografia maravilhosa??? Tenho um orgulho tão grande nesta minha família que até tenho dificuldade em descrever.


Sofisabel e Laura, já com o seu ar de menina de 7 anos que vai fazer alguma asneira, no meu aniversário na poncha. Aparentemente pouco mudou connosco. E ainda bem.


Aniversário esse que foi festejado com concerto dos The Gift. Aqui o Nuno quis tirar uma fotografia comigo mas a Mónica resolveu fazer photo-bombing e o Nuno nunca mais foi o mesmo e depois disso deu-lhe para o fado.


E vai-se a ver e afinal não se festejava apenas o meu dia. O Nuno Mota tinha de vir e dividir as atenções. Eu deixei mas avisei que era bom que nunca mais repetisse a brincadeira de fazer anos no dia seguinte ao meu. Mas decidi não o matar e ele continua a festejar nesse dia.


O meu "Bitanem", numa cumplicidade só nossa.

JUNHO 2008


A minha primeira turma enquanto professor. 12º51. Tínhamos idades demasiado próximas para nos tratarmos por você e tantas vezes me apeteceu dizer-lhes para me chamarem por Pedro mas aí arriscava-me a perder o pouco respeito que já tinham por mim. Como se eu impusesse algum tipo de respeito com ar de miúdo acabado de sair da adolescência.



Mais um jogo de Portugal, a Lenka estava a rir-se porque o jogo ainda não tinha começado. Ganhámos à República Checa!


Lenka e Jonay animadíssimos num passeio à volta da ilha. É a maneira dos Eramus agradecerem a hospitalidade, adormecer durante os passeios.


O meu último aniversário festejado na Vila Palmeira, nãos eria nada má ideia pensar nisso para este ano...

JUNHO 2009


Já por terras lisboetas, tentei dar um jantar aos amigos de Odivelas na casa da Madalena, mas tiveram de ser os convidados a preparar o jantar. Algo comum ainda nos dias que correm.


O meu ar descontraído e totó num passeio à Graça.


A Poncha, a cadela do Miguel Caldeira, na hora do SPA. Não, não a mandámos para a Sociedade Protectora dos Animais. Apenas a escovámos.


Festejos dos Santos Populares sem sardinha mas com poncha do Barbeito. Estava boa demais e o resto das fotografias dessa noite comprovam isso mesmo, mas fica esta onde está toda a gente de pé.


No tempo em que descia as escadas de casa e tínhamos fado ali mesmo na rua da Madalena.


O dia em que o Titi, sem imaginar que viria a morar no palacete da Madalena, foi jantar uma porcaria qualquer feita pelo Rúben. Vá, porcaria não. Éramos adeptos da cozinha experimental, era isso.


E quem diria, mais um aniversário meu. Com a Joaninha, que vai-se lá saber porquê, ainda não tinha aparecido nos meus meses de Junho.

JUNHO 2010


Os primeiros Santos em que Sofisabel veio festejar comigo! Deixemos esta fotografia em que está tudo de pé, direitinho e com os jantares na barriguinha.



Pedro e Laura fazendo marotices ao pôr-do-sol, numa das tardes mais divertidas de praia de todos os tempos!


O meu bolo de aniversário, que resultou numa bolha no dedo do Miguel. Foi uma surpresa muuuuuito boa!



Não percebo como o Luís só aparece aqui, ainda por cima de lado. 


O final de tarde mais bonito que partilhei com Laura Sofia.

JUNHO 2011


Despedida da Luiza, a minha aluna de pt preferida - sim, nós temos preferidos - e as saudades que tenho dela! Agora quando a voltar a ver, já será com um Rodriguinho ou uma Gisele no mundo. 


A London Bridge pediu para tirar uma fotografia comigo. Eu aceitei, apesar da mancha de café na camisola.


Ricardo, Marcos e Vando, a preparar a noite inglesa, que viria a ser... bastante divertida ahahaha! 


E aqui temos mais um aniversário onde a aniversariante não aparece. Começa a ser um hábito. Desculpa Joaninha!


A Laura não se conteve e gritou ao Ricky Martin para lhe fazer um filho. E eu tive de aceitar que ela já não me desejava mais. Mas no dia seguinte tive de ir para Roma chorar as minhas mágoas.


Aqui estava no Fórum Romano, combalido por Laura Sofia o ter desprezado como futuro pai dos seus filhos.


Aqui tive de pôr os óculos de sol  para não se ver as minhas lágrimas de sangue.


Tive de fazer amigos novos. A fotografia foi tirada depois de me salvaram  da fonte onde me pretendia suicidar após o desgosto por causa de Laura Sofia.



Como em todos os momentos de fraqueza, entreguei-me às calorias dos gelados para preencher o vazio deixado por Laura Sofia. 

JUNHO 2012


Out Jazz em Monsanto com o Miguel Caldeira, depois de um dia de praia e de um "cruzeiro" no Tejo.


A noite em que o condomínio da Sé foi festejar os Santos para a rua.


Sofisabel sempre presente na vida do Pedro por terras lisboetas. São assim as amizades verdadeiras.


Santos Populares, o ínicio de uma bela noite, na melhor das companhias.


Almoço de Verão com Sofisabel. No único dia do ano em que como saudável.


Pedro e Miguel Caldeira no Masstige, Costa da Caparica. Daquelas em que podemos ficar sem falar um com o outro a tarde toda e tudo parecer perfeito na mesma.


Santos Populares na Sé,  com o Rui, o Miguel Moraes Vaz, o Gonçalo, a Patrícia e a minha Sofisabel.

Um ano depois, na mesma rua, as mesmas pessoas, porém com menos álcool porque já tínhamos mais um ano em cima e a idade não perdoa.


Jantar do Holmes Place na Costa da Caparica. Elas nunca me largam, é incrível.


A surpresa do Tiago ao chegar a casa tardíssimo do ginásio. E como eu gostei :)

O almoço e a tarde de praia no meu dia de aniversário no Portinho da Arrábida, com o Emanuel. Um dia maravilhoso.


O culminar de um dos dias mais maravilhosos da minha vida, o meu 27º aniversário. Um encontro de amigos do peito, combinado em cima da hora. Esta fotografia representa aquilo que eu chamo "FELICIDADE".




E que viagem, esta. 
E Junho continua o melhor mês de sempre. 
Com ou sem aqueles que eu amo ao meu lado.
Com ou sem sol no céu. 
Mas se os tiver, será muito melhor.