Hoje temos vacas roxas da Suíça, Pirâmides perfeitas do Sr. Ambrósio e animais marinhos da Bélgica. Temos também Ovos cheios de surpresas, chocolates para depois das 20h e até discussões a propósito do último Mon Cheri. Amanhã temos diabetes.
terça-feira, maio 12, 2009
Querido iFod
Quando eu era pequenino

A PROVA! eis quando me começo a lembrar de COISAS... As pastilhas pretas que comprava (na velha) e comia às escondidas (porque diziam que tinham DROGA) quando andava na preparatória
Com uma destas
comprava uma destas (com os pacotes grandes dava para encher a boca e fazer bolas do tamanho de casas). Claro que as melhores eram as gorila de laranja e as de morango...
Os lindos flocos de neve
E as chiclets que roubava da mala da minha avó
Petazetas para encher a boca e rezar para um daqueles bocados GRANDES não estalasse com muita força (e ficar de boca aberta, claro, caso contrário não se ouvia o barulho!)
Estes lembro-me que comia quando ia ao cinema. Os "diamantes" faziam salivar que se fartavam!
cantávamos "suguinhos, suguinho, colam-se aos dentinhos!" (meter um de cada sabor na boca ! hmmmm!)
A bela "bomboca dji morango", que ainda hoje quando a encontramos compramos logo uns caixotes!
No lanche da primária, mas principalmente na praia; pegava na palhinha do capri-sonne DE MAÇÃ, e já com a mania que era rebelde, espetava-a na parte de baixo do pacote! YEAH!
E as festas? Lições 100? Havia sempre 1 que levava as tortas Dancake. Se fosse de chocolate, era um instantinho a desaparecer, se fosse de morango, demorava um bocadinho mais, mas também marchava, agora se fosse aquela de baunilha...
Qual mp3, quais gigas! As belas mixtape gravadas da rádio, ainda com restos da voz dos parvos dos apresentadores dos programas que insistiam em falar por cima da música!
E este? Quem teve? Era o delírio, com os discos de imagens. Eu não tinha muitas, mas as histórias que inventava com aquilo eram sempre diferentes.
eh pá! Tulicreme! E ainda antes de terem inventado o parvo do urso! O de cacau era maravilhoso, o de avelã bem podia ficar na prateleira do supermercado.
E estes? Lembram-se onde saíam?
Tive um macaco destes. Tinha um buraco na boca e supostamente chuchava no dedo. Claro que o meu era muito mais giro. E não tinha este pescoço de indio que mete argolas para o esticar.
"Toma lá, e não gastes tudo em gomas!" - Ouvi muitas vezes também.
Atiravamos com isto para todo o lado. Até ficarem todos sujo, cheios de pêlos e cotões e pó e cabelos (sim, ficavam, não podem negar!) Mas era fantástico porque depois, só com um bocadinho de água e sabão, ficavam outra vez reluzentes e prontinhos para voltarmos a atirá-los aos móveis, ao tecto, ao chão, á cabeça dos nossos colegas...:P
e as modas? esta era mesma parva. E feia. Mas na mesma percorri kms para a encontrar e comprar.
Este gajo a mim irritava-me."O sabichão"... Com a mania que era esperto! Comigo não se safou, que eu virei-lhe a vareta de modo a dar as respostas todas erradas. TOMA!
Também tive uma destas. Saltei tanto com ela que de tanto roçar no chão, a bota ficou com uma boca...
E no verão... o frigorífico cheio de fás, que nós chupávamos até o gelo ficar sem cor.
Bem, que viagem.
domingo, maio 10, 2009
Eurovisão 2009
quarta-feira, maio 06, 2009
PES trabalha às vezes
PES e as Tecnologias
Venho por este meio relatar-vos as mais recentes desgraças da vida do PES, ilustre autor deste blogue. Desta feita irei falar-vos do complicado triângulo "Pedro-Dinheiro-Tecnologias" (ver o esquema abaixo), onde as relações entre os três vértices não se andam a desenrolar da melhor forma possível. Pedro nunca foi feito para cuidar bem de tecnologias mas gosta muito de dinheiro. Já o dinheiro nunca foi muito à bola com o Pedro mas é capaz de comprar tecnologias. As tecnologias exigem sempre bastante dinheiro, mas costumam dar alguns problemas ao Pedro.
Falemos do telemóvel:
Há já alguns valentes meses que o telemóvel do Pedro parece ter ido passar férias ao Afeganistão, tendo parado antes uns diazitos no Iraque para se bronzear um pouco. O facto de ele ainda continuar a funcionar é para todos um mistério, mas por precaução o Pedro já anotou os números de telefone num caderninho à parte. O aparelho em estado de decomposição começa a necessitar urgentemente de cuidados médicos ou de uma reforma antecipada, mas para já, o Pedro não tem dinheiro.
Agora da máquina fotográfica:
É o aparelho que acompanha o Pedro há mais tempo, sendo tão viajada como o dono. Já fotografou 10 países diferentes e muita recordação guardou na sua memória. No entanto nos últimos tempos anda com um parafuso a menos e falo no verdadeiro sentido da palavra. Já não tem todas as peças, mas ainda mantém a qualidade de imagem que sempre a caracterizou. No entanto, ganhou vontade própria e agora só funciona quando lhe apetece. Volta e meia decide bloquear ou deixar tudo negro, como quem diz "Ou páras de te fotografar, ou eu faço greve!". E faz. Mas para já, o Pedro não tem dinheiro.
O belo do computador:
Trabalha à velocidade de um caracol sem pressa de vez em quando reclamando da sobre-utilização à qual é submetido. Recusa-se terminantemente a manter uma fotografia qualquer como imagem de fundo, mas o Pedro também já desistiu de tentar isso. Possui uma memória tacanha e precisa recorrer a um disco externo de modo a conseguir guardar tudo o que o seu dono quer. Esteve de férias quase 2 meses no verão passado porque o cabo deixou de fazer contacto com o computador e depois do arranjo continuou com o mesmo problema, porém, se conseguissem colocar o cabo de uma determinada maneira e manter o computador imóvel, ele lá funcionava. Neste momento está cada vez mais teimoso e cada vez que é ligado, o Pedro teme que lhe dê o AVC final. Por essa razão o Pedro e o computador têm aproveitado cada dia como se fosse o último. Um dia será substituído, mas neste momento o Pedro não tem dinheiro.
Agorta do IPOD:
O mais fiel amigo do Pedro, sem o qual a sua vida perde todo o sentido. Sempre com músicas bonitas, apesar de ter esgotado a memória e não permitir guardar todas as músicas que o seu dono desejaria. Já viajou quase tanto como a máquina fotográfica e muitas horas de utilização acumula. No entanto já começava a dar sinais de taquicardias e exigia um carregamento diário para sobreviver. Há um dia atrás despediu-se sem dizer nada ao Pedro e abandonou-o para todo o sempre. Não se sabe se mudou de país ou se foi raptado. Tal como a Maddie, nunca saberemos o paradeiro. O Pedro desepera por um IPOD. Mas neste momento não tem dinheiro.
Rendas:
Mesmo não sendo um aparelho electrónico, o Pedro terá de pagar um mês de renda de uma casa que não vai utilizar. A propósito desse pormenor só tenho uma coisinha a dizer: FODA-SE .
A todos aqueles que quiserem ajudar o Pedro, é favor de pedir o número de conta para eventuais depósitos.
Obrigado.
Os peixes andam todos loucos

Códio!
segunda-feira, maio 04, 2009
Sobre a gripe da vara

O melhor foi mesmo ligar a televisão às 20h05 e assistir a essa mesma notícia no telejornal a anunciar que os viajantes vão estar mais uma semana de "férias" derivado que há alguém cheio de medo que um viruzinho se intrometa na sua vida.
Depois das vacas loucas, das aves engripadas, seria normal os invejosos dos porcos também aparecerem com uma maleita comparável às outras. Agora, não estarão todos a exagerar um pouquinho? Digo eu, que me auto-diagnostiquei como sendo vítima de dispnéia psicogénica.
E queria avisar essa pessoa que se está com medo de precisar de tomar Antigrippine durante uns dias, ao menos não vai ter de dormir no mesmo quarto de hotel com uma dessas 100 pessoas já na próxima semana em Braga. Portanto já sabem, caso este blogue se torne uma autêntica pocilga com toda a chafurdice associada e eu ficar a guinchar como um porco quando vai para a faca por alturas do Natal, foi porque me pegaram o bicho veraneante de praias que eu nunca fui.
Hunf!
domingo, maio 03, 2009
Vamos ajudar o Pedro
sexta-feira, maio 01, 2009
quinta-feira, abril 30, 2009
PES lava a roupa no hotel
Já que não tenho fotografia, vão ter de puxar pela imaginação e pensar que o rapaz da fotografia sou eu. Imaginem-no mais bonito, com uns boxers muito mais giros que esses, a lavar roupa no lavatório com o sabonete da marca do hotel e estendê-la no varão da cortina da banheira e em todos os sítios possíveis de colocar roupa molhada. E depois imaginem a cara da senhora da limpeza quando bir aquele circo montado. Bonita imagem sim senhor!
quarta-feira, abril 29, 2009
Revistas Cor-de-Rosa

Sendo que acho indecente não sair nada sobre mim tendo em conta a minha utilidade para a sociedade, vou deixar aqui a notícia que deveria sair sobre mim na edição da próxima semana, dentro dos moldes da dos outros dois:
"Pedro acordou pelas 9h20 e quase perdeu o pequeno-almoço do hotel, tendo conseguido tomá-lo após ter feito olhinhos de Bambi à Senhora da recepção o que se adivinha, terá de ser pago ao final do dia em serviços sexuais. Pedro barrou manteiga sem sal no seu mini-croissant e colocou uma fatia de queijo e uma de fiambre com extremo carinho de modo a tornar o seu pequeno-almoço ainda mais apetitoso. Levou-o à boca e mastigou de olhos fechados para saborear melhor. Depois dirigiu-se ao Arrábida Shopping onde foi cortar os louros caracóis do seu cabelo, tendo feito um sorriso amarelo ao perceber que se calhar o corte ficara demasiado curto para aquilo que pretendia. Penteou-se com os dedos como é seu hábito e seguiu a sua vida, descendo as escadas do Holmes Place para vestir-se para a aula de Body-Attack. Vestiu os calções da Adidas (na fotografia a marca ficaria desfocada) e cheio de vontade, enfrentou uma aula cheia de pulos e bracinhos no ar. Durante a aula parou diversas vezes para se pentear e suspirou mais uma vez pelos seus caracóis que tanto custaram a crescer. Terminada a aula, foi buscar cartão para a aula seguinte, de Body-Combat, mas como era cedo, foi tomar banho e fazer sauna. Pegou nas suas fitas amarelas e enrolou-as cuidadosamente para preparar-se convenientemente para dar socos e pontapés no ar. A aula correu optimamente bem e para repor as calorias consumidas, dirigiu-se ao Arrábida Shopping, tendo escolhido um prato de massa com cogumelos, queijo, atum, frango e almôndegas de soja e um sumo de maçã e morango. Depois dirigiu-se à casa de banho onde fez um belo chichi que o aliviou como água num deserto. Deslocando-se a pé, andou quilómetros e foi até ao centro do Porto para recordar a cidade onde esteve na passagem de ano a conhecer as pedras da calçada. Tirou fotografias, mas poucas, comparando com as que costuma tirar. Passou o dia a puxar as calças para cima, pois esqueceu-se de colocar um cinto. Comprou a famigerada revista que deu origem a este post, pois precisava sentar-se num sítio durante muito tempo após todo o cansaço das aulas e do passeio a pé de Gaia ao Porto. Comeu um éclair e bebeu um café, tendo pedido posteriormente um Frutea de Maracujá e Manga com o qual matou a sua sede. Por volta as 20h15 um carro desconhecido apanhou-o na rua, talvez a prova da traição de Pedro a Susan Boyle."
terça-feira, abril 28, 2009
"Love is a doing word"
Entretanto novas aventuras fui assistindo e vivendo à medida que os anos foram passando. Vi amigos meus curtirem de livre e espontânea vontade sem se deixarem apaixonar. Vi gente a escrever cartas para amores platónicos. Vi gente a deixar-se ser pisada "por amor", diziam elas. Vi também apaixonarem-se pelas pessoas erradas e até gente a trocar de poiso todas as semanas por não saber lutar por outra pessoa. Muita "tentativa e erro", muita cabeçada na parede. Vi muitos a descuidarem-se do(a) respectivo(a) apaixonado(a), uns sem saber, outros com intenções absurdas de minimizar a importância da pessoa como indivíduo. Vi gente a casar-se e casamentos a se desmoronar. Vi gente com medo, gente conformada e gente apática. Conheço quem não tenha uma réstea de esperança no amor puro e quem se tenha rendido ao calor da noite para "One Night Stands". Uma atrás da outra, perdendo todo o respeito por si próprios, como se se tratassem de remendos para carências afectivas ou constantes relações falhadas. Assisti muitas vezes ao sofrimento alheio e rios de choro sem no entanto compreender a grandiosidade de tais picadas no coração. Aprendi que se pode morrer por amor sem ser preciso recorrer ao suicídio. Vi muita gente fechar portas e janelas ao amor e muita outra a despir roupas e abrir pernas como quem troca de camisa, só para alívio físico. O que não é amor. Conheço todas as convenções e conveniências do amor, existe quem o tente comprar, quem o tente suportar, quem o tente forçar. "Ama-se" porque calha bem e precisam pagar a casa ou educar os filhos. As pessoas que já amaram nunca esperam menos do que aquilo que já tiveram anteriormente e com isso restringem cada vez mais as suas opções. Ontem soube de um amigo casado que foi "encontrar-se" com outra mulher e senti uma revolução no estômago por ainda por cima gabar-se disso. Vejo muita gente a desacreditar no amor e a não lutar por ele, o que me aborrece até às entranhas.
Também eu tive as minhas "tentativas e erros", mas sempre achando que havia encontrado a pessoa certa, de outra forma não conseguiria envolver-me. Pelo meio fiz asneiras, fizeram asneiras comigo, fui amado pela metade ou nas alturas erradas. Apostei nos últimos anos na sinceridade e na "não omissão", na verdade e no risco das cordas bambas que fui encontrando pelo caminho e aprendi a lutar pelo que realmente vale a pena.
Somando os anos de casados dos meus avós maternos e dos paternos, encontro um bonito valor que transborda os 3 dígitos e faz-me acreditar que se calhar ainda há um raiozinho de sol e a possibilidade de finais felizes. Gostava de ser como eles, ter alguém com quem pudesse recordar os anos que passámos juntos, com todas as aventuras, viagens, planos concretizados, sonhos sonhados. Até as brigas e discussões que anos volvidos chegam à conclusão que foram em vão. São uns heróis para mim.
Hoje, 6 meses. E já com muita coisa para contar.
domingo, abril 26, 2009
A Família Mais Festiva de Todos os Tempos

- O irmão dá a volta à eliminatória com uma exibição muito positiva e coloca a sua equipa de andebol nas meias-finais do campeonato;
- A namorada do irmão sagra-se campeã nacional de andebol pelo 3º ano consecutivo, naquele que foi o 11º título em 11 anos da equipa que representa;
- Os avós paternos, 4 tios e uma prima estão neste momento num cruzeiro a aproveitar o que a vida tem de melhor;
- Os avós maternos celebram 50 anos de casados, feito que não está ao alcance de qualquer um;
- Ainda os avós maternos e outra tia, iniciaram um cruzeiro que vai a sítios que eu gostava de ir também;
- Os pais aparecem de surpresa no cruzeiro e vão todos felizes para os sítios que eu gostava de ir;
- O Pedro já tem mobília na casa nova e está radiante derivado que é a casa mais bonita da Baixa Lisboeta.
© Images.com/Corbis
sexta-feira, abril 24, 2009
Uma vez uma amiga minha disse:
terça-feira, abril 21, 2009
Todo o Mundo fala
de Susan Boyle.
Agora começam a surgir as pessoas que odeiam a senhora e que acham aquilo tudo uma fantochada. É normal, não existe "bela sem senão", e quando alguém está lá em cima, começam a surgir os comentários a puxar para baixo e os pseudo-intelectuais que não acham que ela cante "assim tão bem", talvez porque ter gostado da sua actuação seja demasiado vulgar, igual aos outros.
O facto de ficar surpreendido é em si uma demonstração de preconceito, mas não vou disfarçar a minha admiração inflamada só para dar a entender aos outros "Ah, eu não fiquei supreendido porque nunca julgaria um livro pela sua capa", que é uma frase muito utilizada a propósito do assunto e que fica sempre. Há-de haver quem cante melhor, mas toda a história envolvente faz exacerbar as qualidades (inegáveis) de Susan Boyle, é uma questão de contexto.
E acho que as pessoas poderiam deixar-se emocionar um pouco mais. Quer-me parecer que falta "emoção" na vida de muita gente.
Ontem...
...levei com uma coisa de ferro no dedo grande do pé e até agora não sei como não fiquei com apenas 4 dedos.
...fiquei sem impressões digitais de tanto colocar fitas àsperas no circuito para os miúdos e agora já posso mandar sms's de perseguição sem ser identificado.
... fiquei com dores de cabeça, principalmente depois da "estreia", o que vale é que a "estreia" valeu a pena.





