Hoje temos vacas roxas da Suíça, Pirâmides perfeitas do Sr. Ambrósio e animais marinhos da Bélgica. Temos também Ovos cheios de surpresas, chocolates para depois das 20h e até discussões a propósito do último Mon Cheri. Amanhã temos diabetes.
terça-feira, maio 24, 2011
Uma manhã de sol na Praça da Figueira
domingo, maio 15, 2011
Noticias de Barcelona parte V
UM.
Foi o numero de museus que consegui visitar ontem entre as 19h e as 01h. As filas eram gigantescas e preciamente nessas horas, SO MESMO nessas horas, abateu um temporal por estas bandas que me fez ficar 2 horas a saltar de abrigo em abrigo. A coisa boa, fiquei a conhecer muito bem algumas funcionalidades de maquina fotografica que nunca tinha pensado em explorar. Mas andar abrigado da chuva em portas de igrejas e edificios do Bairro Gotico torna todo o temporal num cenario de filme.
Hoje nao sabendo o que fazer, aluguei uma bicicleta e fui a todo o lado durante 4 horas seguidas. Nao atropelei ninguem nem fui atropelado. Incrivel a facilidade em andar de bicicleta aqui, comeco a apaixonar-me pela cidade. Estou, porem, menos morto que nos outros dias. Quaaaaaase saltei para a piscina da Kylie. Estou com escaldao de pedreiro mas amanha espero minimizar a coisa. Vou andar nu.
Estao a melhorar consideravelmente a qualidade musical deste hostel e ontem quase senti vontade de beber cerveja e sair a noite com as pesssoas daqui do hostel.
Hoje ha jogo do Barcelona mas 120 euros eh uma quantia que nem tenho comigo neste momento. E eu ainda preciso de pagar autocarro ate o aeroporto amanha.
Tenho duas amigas novas, lisboetas e estou tentado a sair esta noite, ja que eh a ultima e pelos vistos beberam que se fartaram a pagar pouco.
Afinal consegui ir carregar mais dinheiro no cartao da internet antes disto ir abaixo.
Ainda nao comi paella.
Adeus.
sábado, maio 14, 2011
Noticias de Barcelona parte IV
Sou capaz de precisar de ajuda do Consulado derivado de estar perto de empurrar os franceses do meu quarto pela janela fora e ainda lhes cuspir em cima, mas agora nao tenho tempo para explicar melhor, ja que esta net esta super mega contada.
ALGUEM QUE ME AJUDE, PARA ONDE VOU AMANHA? Ja vi quase tudo no centro.
Beijos e abracos mas so para quem merece, percebem?
sexta-feira, maio 13, 2011
Noticias de Barcelona III apesar de nao encontrar as partes I e II.
quinta-feira, maio 12, 2011
Noticias de Barcelona / parte II
quarta-feira, maio 11, 2011
Noticias de Barcelona
De falar em gente com ar estranho, o meu hostel chama-se Kabul e as pessoas que ca estao parecem ser oriundas dessa mesma cidade.
Estou a dividir quarto com 284 pessoas, mas so conheci um casal canadiano que ja me queria levar para a ramboia, mas eu disse que tinha muitas igrejas para visitar amanha.
Vou dormir porque comeco a temer pla minha vida.
Pais e demais amigos que me pediram novidades, esta tudo bem, estejam descansados. Se nao escrever amanha foi porque fui raptado e levado para o Irao.
Beijos e abracos!
sexta-feira, abril 22, 2011
"When We Were Young"
Vou dormir. O meu corpo está cansado e os meus reflexos reavivaram-se momentaneamente e não me interessa ficar sem sono. Não hoje.
sábado, abril 09, 2011
The Cherry On My Cake
"I Ain't Lost, Just Wandering"
Escrevi-te uma peça.
E a minha parte favorita é aquela em que estás a conduzir por estradas vazias a alta velocidade com o vento a roçar-te a pele. Estás em silêncio e os teus óculos de sol tornam tudo cor-de-rosa. Os campos sem casas à tua volta, as nuvens outrora brancas e um sol quente de final de tarde que anuncia um pôr-do-sol memorável. Chegas finalmente ao teu destino, aquela praia larga e deserta que ficou vazia de propósito para ti e ficas por lá até os últimos raios de sol desaparecerem no horizonte. Sabias que estaria deserta.
Podia ter destacado peripécias mais mirabolantes, mas gosto de ti neste registo que poucos conhecem.
Em tons carne-viva,
com um coração a bater fora de ti,
desprovida de roupas e de armas que nos sentimos obrigados a usar todos os dias.
Lembro-me de teres ficado revoltada quando percebeste que vesti armadura e comprei um arsenal de armas para sobreviver nesta cidade, como se me tivesse esquecido dos trilhos percorridos pelos tais campos com nuvens cor-de-rosa que soubemos partilhar em silêncio. Aquele silêncio de levar às lágrimas sem ser necessário explicações adicionais.
Teremos sempre uns óculos que tornam tudo cor-de-rosa.
Teremos sempre terra para palmilhar e finais de tarde inolvidáveis.
Teremos sempre o ombro um do outro para encostar e chorar.
Teremo-nos sempre, independentemente do que vier.
I’ve been walking in the same way as I did
Missing out the cracks in the pavement
And tutting my heel and strutting my feet
“Is there anything I can do for you dear?
Is there anyone I can call?”
“No and thank you, please Madam.
I ain’t lost, just wandering”
segunda-feira, abril 04, 2011
"Apagou-se tudo, até a luz"
Podia ser a frase do Tiago cá em casa ao aperceber-se que eu me tinha esquecido de pagar as contas da EDP, mas não foi. Foram as sábias palavras do Pinto da Costa, esse primo em 3º grau do Mário Soares, pelo menos a julgar pelas bochechas de São Bernardo onde parece que escondem amendoins que não querem partilhar. Foi bonito, mas nada previsível. Ora deixem cá ver:
- Calorosa recepção na capital com pedras de calçada portuguesa, confirmado.
- Penáltis "claramente injustos", de acordo com os treinadores de bancada, confirmado.
- Mais do que uma expulsão, uma para cada lado para não ferir susceptibilidades e para evitar homicídios anunciados dentro do rectângulo de jogo, confirmado.
- Jogadores a imitar cortadores de relva pelas pernas acima uns dos outros, confirmado.
- Frango à supositório como prato do dia, patrocinado pelo cozinheiro Roberto, confirmado.
- Apuramento para o campeonato mundial de mergulhos para a relva, confirmado.
Nada de novo, portanto. Foi simpático da parte do Benfica terem apagado as luzes do estádio, o Hulk e o Guarín ficam mais fotogénicos na penumbra,até porque não forma propriamente abençoados por Deus na hora da criação, mas confesso que fiquei à espera que entrasse um bolo de aniversário cheio de velas a qualquer momento e que tivessem organizado uma festa de aniversário surpresa a alguém. Foi também muito querido quando accionaram o sistema de rega, a julgar pelo ar de alguns jogadores no final do jogo, o cheiro não devia ser o melhor ali junto ao relvado. Cheirou a muita pena chamuscada, daí provavelmente não se ter visto a "Dança da Galinha" por aquelas bandas. Mas vá, nem tudo está perdido. Afinal de contas ainda têm mais 5 jogos durante os quais vão poder exibir as insígnias de campeões. Por agora vou dormir que o futebol não me tira o sono atrasado das últimas semanas nem arranja alguém que me substitua amanhã às 7h30 no trabalho. Abraços para todos, em especial ao Roberto que foi nesta época um dos principais reforços do FCP. Para o Jesus não vai nada porque ninguém me tira da cabeça que a qualquer momento vai saltar uma ratazana do cabelo dele e eu não gosto de bichos que vivem em sítios onde não se vê água há muito tempo.
sexta-feira, março 25, 2011
É Primavera agora, meu Amor!

O campo despe a veste de estamenha;
Não há árvore nenhuma que não tenha
O coração aberto, todo em flor!
.
Ah! Deixa-te vogar, calmo, ao sabor
Da vida... não há bem que nos não venha
Dum mal que o nosso orgulho em vão desdenha!
Não há bem que não possa ser melhor!
.
Também despi meu triste burel pardo,
E agora cheiro a rosmaninho e a nardo
E ando agora tonta, à tua espera...
.
Pus rosas cor-de-rosa em meus cabelos...
Parecem um rosal! Vem desprendê-los!
Meu Amor, meu Amor, é Primavera!...
Florbela Espanca
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Mansion Song

I wanna be fucked and then rolled over
Cause I'm an independent woman of the 21st century
No time for knits, I want sex and debauchery
I read glamour & the guardian
I like flowers & I'm hardy & I take cocaine
I don't give a fuck about her I want your name
I can get fucked like the best of men
Like the best of men Like the worst of pain
Inflicted on another young girl again
Impressed by another guitar hero
He's a top score & you're a zero
You're out of your league
There ain't no rubber on the tracks it's gravel
You fall hard, cut quick and it's an STD, a cut knee
You're a side of stage grasp, a laugh
An aftershow party in a bath
Fucked and expected to be fucked
A gasp from an uninformed intruder
The crowd go wild and things get ruder
They're already out of hand and there's no-one here
To take your hand. It's a cold shower and a scramble
For a dirty pair of knicker, don't get yours mixed up with hers
Now get out of bed, get out of bed, get out get out get get out of bed
Get up, get down & get undressed! Cause that's what you
Do best, strip, strip strip n shag, fuck get fucked 'n drag,
And be impressed, by the better sex, take a piece of raw
Vegetable and hold it to your breast and say you stood
For nothing. You were just a hole that lacked passion,
Another undegnified product of society. That girl
Should have been a mansion.
IMAGEM:
© Illustration Works/Corbis
NOME DO CRIADOR
Micha Archer
domingo, fevereiro 27, 2011
Os Gerontes Cá do Prédio
domingo, fevereiro 13, 2011
"Pedro Gosta Disto"

Hoje falemos acerca do botão "Gosto" do Facebook.
Já não bastava haver pessoas que escrevem coisas espectaculares, das profundezes mais íntimas do seu ser, como por exemplo, "Banho" ou "Comendo" ou "Chuva" no Facebook, tinha de existir também um botãozinho a dizer "Gosto" debaixo de todas essas pérolas. E para que serve esse botão? Eis a minha teoria:
1 - Para ajudar as pessoas menos inspiradas a dizer que gostam de uma coisa mas não o suficiente para escreverem algo inteligente, então, entre passar por uma pessoa que não tem nada de útil para escrever, ficam-se pela manifestação mais silenciosa sem correr o risco de ficar mal na fotografia;
2 - Para dizer às pessoas "Eu estou aqui", é uma forma de tentar impedir que os nossos amigoas venham dizer "Ah, nunca mais disseste nada". Nesse momento podem sempre dizer que não é bem assim, que ainda na semana passada tinham gostado da música nova dos Pólo Norte que estava no seu mural, mesmo que isso seja uma mentira escandalosa;
3 - Para ajudar a acelerar o processo de engate, clicando "Gosto" em várias publicações do mural ajuda logo a encontrar uma série de coincidências fabulosas que dizem nas entrelinhas "Estou desejando de te saltar para cima, mas vou começar subtilmente a dizer que gosto das tuas coisas e ainda bem que não me estás a ver neste momento em que tenho as minhas hormonas a transbordar pelos ouvidos".
4 - Finalmente, para efectivamente dizerem que gostam genuinamente de alguma coisa.
Tornou-se de tal forma tão banal dizer que se gosta de alguma coisa que as pessoas começam a entrar em piloto automático. E é isso, ou a malvadez desavergonhada, que fazem com que haja 25 pessoas a gostar do final da relação do João, da morte do Cachorro ou da doença terminal da Avó.
Pois bem, se o João terminou uma relação, não deverá, à partida, estar super feliz da vida nem ficará melhor pelo facto dos amigos "gostarem" do facto dele estar novamente no mercado de aquisições amorosas. Uma pessoa fica sempre na dúvida se o clique é por solidariedade com a coisa ou por simplesmente se sentirem bem com a desgraça alheia.
Se o cachorro morreu, também fica a dúvida no ar se estão a querer dizer "Finalmente vou poder ir a tua casa sem correr o risco de ser atacado pelo lobo d'Alsácia raivoso que me atacava as pernas sempre que eu passava no hall de entrada".
Se a Avó está em vias de falecer, se calhar uma mensagenzita de apoio um pouco mais privada poderá ser a solução, mas isso digo eu que não sou ninguém. Eu pelo menos acho que não gostaria de ter 85 anos e ver a minha demência "apreciada" nas redes sociais pelos amigos virtuais dos meus netos. Essas pessoas deviam era levar um chapadão, se o meu Parkinson permitisse tal coisa.
Por agora é tudo, vou só ali ver se já criaram um botão que me permita gostar dos "Gostos" das pessoas que gostaram dos meus comentários.
Saturday Night
E pronto, apenas quis partilhar.
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Eu Fiz o Pino no Palco do Coliseu!
sábado, fevereiro 05, 2011
Análise SWOT

Some of them want to get used by you
Some of them want to abuse you
Some of them want to be abused
É incrível a quantidade de vezes que nos esquecemos do respeito por nós próprios e acabamos chafurdando em largas piscinas de cocó (porque neste blogue não se escreve "merda", ups, já está, paciência). A quantidade de vezes que nos subjugamos à vontade de outrém só para agradar e ficarmos "de bem". A quantidade de vezes que nos despimos e ficamos vulneráveis às ameaças do exterior, absorvendo o que há de melhor e de pior à nossa volta.
Realmente, valemos bem mais do que isso.
Breaking Chains
IMAGEM:
© Illustration Works/Corbis
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Lúcia-Lima

Young Man Drinking from Mug
IMAGEM:
© Pete Leonard/Corbis
domingo, janeiro 30, 2011
"Que Parva que Sou"
Este podia perfeitamente ser o nome de uma música dos Deolinda.E é.
Mas também podia ser uma frase chapada na minha testa.
Mas voltemos uns instantes atrás. Eu, Pedro Alexandre, estava a chegar felicíssimo do trabalho e a pensar que tinha uma hora e meia para comer qualquer coisa rápida e vestir a roupa nova de ir à missa quando de repente encontro o Senhor João (ou José?), vizinho da frente, marido da Deolinda, não da Ana Bacalhau, da Deolinda mesmo. Aquela vizinha (quase) típica para se ter quando moramos na zona histórica de uma cidade. O Senhor João(?), sempre solícito para me deixar passar nas escadas quando eu saio a correr atrasado para ir trabalhar, mas que pára sempre para me dar os bons-dias ou comentar algo sobre os meus horários do trabalho ou sobre a minha constante pressa. Desta vez não me falou de trabalho nem da pressa com que eu subia as escadas, de dois em dois degraus.
- E então, não foi ao espectáculo ontem?
(Pedro pára para pensar de que espectáculo estaria ele a falar)
- Ver a Deolinda! - continuou a senhor.
(Pedro pensa, mas porque raios está ele a falar da mulher dele, será que a minha vizinha da frente tem uma vida secreta nalgum bar a cantar o fado?)
- Eu fui ontem, não gostei muito, são só eles a cantar e foi muito curto. Não gosto muito da música deles.
(Pedro abre então a boca meia hora depois para dizer:
- Ah, eu vou hoje vê-los.
Mas vamos lá pensar, como sabe o vizinho da frente que eu gosto dos Deolinda? Mas depressa se desvaneceu a dúvida, acho que até o vizinho do rés-do-chão deve saber isso. Não tenho culpa de gostar de cantar no banho empunhando um megafone.
Mas Pedro ao mesmo tempo liga os dois neurónios embriagados que ainda possui e começa a pensar "Eh lá, queres ver que eles deram dois concertos e aqui o Je não sabia?
Rapidamente me despeço do Senhor Coiso e subo as escadas ainda mais depressa do que o normal, atiro-me para cima da secretária onde estão "cenas" aos montes, até encontrar o bilhete do concerto para o qual nunca tinha olhado antes. E o mistério resolve-se. O meu bilhete era para dia 28 e não dia 29. Durante um milésimo de segundo pensei "Pedro acalma-te, vais respirar fundo e não vais desanimar, vais comer qualquer coisa e vestires-te nas calmas e vais até o Coliseu muito educadamente relatar o sucedido. E quando acabo de ter este pensamento dou por mim a correr pela Ginginha fora empunhando o bilhete na mão, com a barriga vazia e a roupa reles com a qual não iria concerteza à missa.
Explicado o drama à senhora da bilheteira ela ia ver o que conseguia fazer. ~
- Eu posso ficar até pendurado nos candelabros, ponham-me onde der!
Ok, não foi isto que eu disse, mas foi qualquer coisa do género. Umas senhoras na fila ficaram solidárias comigo. Menos uma que me disse que se eu chorasse ia gozar. E eu pensava que a única maneira de ela me vez a chorar era de rir de tão feia que era. Mas eu desculpei, era a falta de homem na vida dela a falar mais alto.
Resolvidas as burocracias, deixaram-me entrar! Estive para beijar a senhora da bilheteira mas felizmente para ela, havia um vidro entre nós. Ainda tive as amigas da fila a festejar ao longe a minha entrada no concerto enquanto jogavam confetis e serpentinas. Fiquei ao lado de um grupo de fãs que mais pareciam ter ido a um concerto do Tony Carreira, com uma lona enorme alusiva ao "Patinho de Borracha" e todos eles com os respectivos patinhos de banheira. "Que sorte tive eu para vir parar logo aqui ao pé dos exibidos que vieram para dar nas vistas com os seus cânticos. À custa disso tive, por vários momentos, o Coliseu a olhar para mim, e eu sem cartaz a dizer "Não tenho nada a ver com isto". Mas rapidamente fiz as pazes com toda aquela exuberância e lembrei-me que aquilo não era nada comparando com as figuras que já fiz em concertos dos Deolinda. Na verdade, eles foram até muito amadores. Conseguiram pôr a Bacalhau a saltar no palco, mas não foram convidados aos bastidores. Mas ao menos fiquei ao lado de pessoas que não se coibiram de cantar, bater palmas e aplaudir com vigor. Tal como eu gosto. Esqueci o facto de não estar na primeira fila como deveria ser.
O concerto foi qualquer coisa. Momento alto? A música nova.
Um hino à revolta, uma canção de intervenção, digna de um 25 de Abril dos tempos que correm. Na falta de Josés Afonso, Sérgios Godinho, Simones de Oliveira, temos Deolinda. Incisivos, sarcásticos, perspicazes, inteligentes.
E deu-me para para voltar a ver os vídeos de quando fomos vê-los a Ourique. Irrepetível e inesquecível. Perdoem-me a qualidade do vídeo e do som. Mas mesmo que a minha voz esteja por cima e que eu me tenha enganado na letra, nada estraga aquele "Movimento Perpétuo Associativo", a vénia da Ana aos maiores fãs da primeira fila e o seu agradecimento personalizado.
"Proibissem a saudade de cantar... havia de ser bonito"
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Deolinda

Sábado, dia 29 pelas 21h30 vai-se cantar em português.
E eu estarei na primeira fila.